Pancadão das grávidas agita maternidade no DF; técnica com funk ajuda no parto

Grávidas foram filmadas dançando funk entre uma contração e outra; as mulheres dançavam até o chão.

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O Hospital Santa Maria, no Distrito Federal, resolveu inovar. A maternidade da unidade de saúde agora promove um pancadão das grávidas. A atividade em que mulheres grávidas dançam funk até o chão foi filmada pela equipe que trabalha no local e ganhou as redes sociais.

Seis mulheres grávidas participaram da atividade no Hospital Santa Maria. Dançar funk até o chão ajuda no momento do parto normal. A dança aconteceu entre uma contração e outra e foi acompanhada pela enfermeira obstétrica da unidade. Além da importância para o parto normal, também foi um momento de descontração.

Das seis gestantes que fizeram a coreografia, cinco tiveram o parto normal. O movimento ajuda a abrir o quadril. Uma delas foi a Widma da Silva, que aparece feliz na foto abaixo com a filha Maria Olívia, o marido (ao fundo) e a equipe do Hospital Santa Maria.

Widma deu entrevista ao Bom Dia Brasil, da TV Globo, e falou sobre a experiência. “Eu cheguei no hospital com cinco centímetros de dilatação, demorei um pouco pra dilatar, cheguei no sete, aí as meninas colocaram a música. Com a dança eu fui dos sete aos dez assim em questão de minutos. Foi um parto totalmente diferente do que eu imaginei que seria, totalmente humanizado”, afirmou.

Nos últimos anos, o termo “parto humanizado” passou a ser bastante comentado depois de gestantes relatarem momentos de horror que passaram em hospitais ao darem à luz. A violência obstétrica de alguns médicos e enfermeiros passou a ser repudiado. Há também grande discussão entre parto normal e parto por cesárea.