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O caso da adulta que se passava por criança, praticava canibalismo e foi inspiração para o filme ‘A órfã’

Barbora Skrlová possuía uma doença glandular que a deixava com a aparência de uma criança.

UOL
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Algumas vezes, histórias da vida real se transformam em filmes ou novelas. O longa-metragem A Órfã, narra a história de uma mulher com problemas psiquiátricos, que possui uma doença que faz com que sua aparência seja juvenil. A protagonista do filme é adotada por um casal que já possui outros dois filhos, e começa a manipular e aterrorizar as crianças durante sua estadia. Este filme teria sido inspirado em uma história verdadeira.

Barbora Skrlová é portadora da mesma doença glandular abordada no filme A Órfã. Ao longo de sua vida, Barbora se passou por uma adolescente em diversas situações. Ao iniciar seus estudos na faculdade, a jovem conheceu as irmãs Katerina Mauerova e Klara. As duas irmãs seriam extremamente ligadas ao misticismo, e acreditavam que deveriam cumprir uma missão celestial.

Barbora passou boa parte de sua vida realizando tratamento psiquiátricos, e foi diagnosticada com transtorno de personalidade e comportamento agressivo. A jovem fugiu de uma de suas internações e for morar com as irmãs Mauerova na cidade de Kurim, na República Checa, em 2007. A amizade entre as três mulheres seria o início de diversas atrocidades.

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Katerina possuía dois filhos, Ondrej e Jakub. As crianças teriam sido vítimas de diversas sessões de tortura, como queimaduras com cigarro e sessões de afogamento. Os meninos teriam sido colocados em uma gaiola, local onde sofriam as agressões. Klara teria pedido para que um dos garotos colocassem uma perna do lado de fora da gaiola, e pedaços do membro foram cortados pelas mulheres, que teriam praticado canibalismo na frente das crianças.

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Barbora chegou a adquirir uma espécie de babá eletrônica com câmera para assistir às sessões de tortura. Um casal vizinho teria comprado o mesmo equipamento para monitorar seu bebê, e acabaram pegando o sinal de vídeo da casa ao lado. Assim que se depararam com as sessões de tortura sofridas pelas crianças, acionaram a polícia imediatamente.

Assim que a polícia chegou ao local, Barbora Sklová se passou por uma das crianças torturadas adotadas por Klara. Barbora conseguiu fugir e foi localizada anos depois, se passando por um menino de 13 anos na residência de um casal na Noruega. Barbora foi extraditada para a República Checa, onde foi julgada com Klara e Katerina.

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