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Ministro da Economia confirma que Auxílio Emergencial terá mais duas parcelas de R$ 600

Anúncio oficial sairá na tarde desta terça-feira (30), em cerimônia que será realizada em Brasília.

Agência Brasil
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Diante da pandemia do novo coronavírus, o Auxílio Emergencial criado pelo governo federal tem sido um “respiro” para a população brasileira contornar o cenário de crise. Nesta terça-feira (30), o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) fará um pronunciamento no Palácio do Planalto, em Brasília, para anunciar a extensão do benefício.

No entanto, em entrevista à CNN Brasil, o ministro da Economia, Paulo Guedes, confirmou na manhã de hoje (30) que o governo federal prorrogará o Auxílio Emergencial em mais duas parcelas, mantendo o valor de R$ 600 cada, montante que está sem pago nas três parcelas iniciais do recurso.

Diante da manutenção dos valores, não será necessário aprovar uma nova lei no Congresso, bastando apenas o presidente da República fazer um decreto oficializando a prorrogação.

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Segundo a CNN, cada nova parcela fará que o governo federal desembolse R$ 50 bilhões. Nos cálculos do Tesouro, as duas juntas elevarão o déficit público de 2020 em 1,5 ponto porcentual, para 11,5% do PIB. 

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Divergência

Se de fato comprovar a manutenção dos valores de R$ 600, esta medida vai de encontro ao que desejava o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e irá contradizer o que foi sinalizado pelo próprio presidente da República na última semana.

Em uma live realizada em suas redes sociais, o chefe do Executivo anunciou que o Auxílio Emergencial seria prorrogado em mais três parcelas, com valores diferenciados e decrescentes. A primeira parcela seria de R$ 500, a segunda de R$ 400, e por fim, a última seria no valor de R$ 300. Segundo a emissora, Bolsonaro acabou desistindo da ideia após resistência de Maia e outros parlamentares.

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