in

Caso Guilherme: laudo confirma ‘tiro de misericórdia’ e detalhes são para quem tem estômago forte

Polícia acredita que ele foi executado com o tiro na nuca e, quando caiu, foi baleado no rosto com o que chamam de ‘tiro de misericórdia’,

R7
Publicidade

O caso Guilherme tem chamado a atenção de todo o país. O menino, de apenas 15 anos de idade, foi morto e logo surgiram rumores de que agentes da polícia estariam envolvidos no crime. Nesta sexta-feira, 26 de junho, o laudo da necrópsia foi divulgado pelo portal de notícias R7. De acordo com informações do laudo, o jovem teria sido morto com dois tiros. 

Um dos tiros teria atingido a nuca de Guilherme. O outro foi dado no rosto do jovem. Segundo o laudo, o tiro seria de “misericórdia”, ou seja, teve a real intenção de matar e pegou o jovem de frente, provavelmente com ele ainda vivo. 

Já se sabe que Guilherme não tinha qualquer crime registrado na polícia. O menor de idade foi sequestrado assim que deixou uma festa com a família. Um dos suspeitos do crime, Adriano Fernandes de Campos, sargento da Polícia Militar. Ele está preso de maneira preventiva. A polícia agora ainda aguarda outras perícias para terminar a investigação da morte de Guilherme.

Publicidade

Entre os laudos esperados, está o da perícia em carros que teriam sido usados no crime. Além disso, haverá o chamado confronto balístico. O objetivo da polícia é saber se a arma encontrada na casa do sargento Adriano é a mesma que foi usada para tirar a vida de Guilherme. A perícia no carro do sargento foi feita na segunda-feira, mas o laudo ainda não foi divulgado. 

Publicidade
Publicidade

Outro homem que chegou a ser colocado como suspeito da morte de Guilherme, um vigia de uma obra que havia na região, apareceu e disse à polícia porque temia ser assassinado, já que teve o nome associado ao crime.

Publicidade

Inscreva-se em nosso canal no YouTube e fique por dentro de tudo o que acontece. CLIQUE AQUI

Publicidade
FERNANDO B

Escrito por FERNANDO B

As melhores notícias você encontra por aqui. Conheça essas e outras histórias.