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Profissionais de saúde brasileiros começam a receber vacina da Covid-19

A vacina está entre as 13 que já estão em fase clínica de testes em humanos no mundo.

Divulgação/G1
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Cientistas do mundo inteiro correm contra o tempo em busca de uma vacina contra o novo coronavírus. O vírus que assola o planeta já fez milhares de vítimas fatais e milhões de infectados. A doença surgiu na China no final de 2019 e se alastrou por todos os continentes.

Alguns pesquisadores estão bem adiantados e começaram a fase 3 de testes da vacina. A Fundação Lemann e a Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) confirmaram nesta segunda-feira, 22 de junho, que os testes já começaram em São Paulo. A vacina ChAdOx1 nCov-19 é liderada pela Universidade de Oxford, no Reino Unido, sendo uma das 141 candidatas da OMS, estando entre as 13 que estão na fase clínica que é o teste em humanos.

Os testes em São Paulo já tiveram início na última sexta-feira, 19 de junho. Pelo menos cinco mil profissionais da área da saúde estarão participando das testagens em São Paulo e no Rio de Janeiro. A testagem da vacina de Oxford, em São Paulo, está sob coordenação do CRIE (Centro de Referência para Imunobiológicos Especiais).

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Essa vacina é uma das que se encontram em estágio mais avançado de testagem. No total, 50 mil pessoas serão vacinadas no mundo. No Brasil, ao menos cinco mil voluntários irão participar da vacinação. Os voluntários tem idade entre 18 e 55 anos. O objetivo é que até o mês de setembro já se tenha resultados positivos sobre a vacina, podendo começar a ser distribuída no mês seguinte, em outubro.

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As pessoas recrutadas para o procedimento são aqueles que trabalham na linha de frente ao combate a doença, pois estão mais expostas e com um risco maior de contaminação. Para participar, os indivíduos precisam ser soronegativos, isso quer dizer que não podem ter contraído a Covid-19.

A tecnologia usada neste produto segue o vetor viral recombinante. A vacina é produzida usando uma versão enfraquecida de um adenovírus. Ele provoca resfriado em chimpanzés, mas é inofensivo ao ser humano. Essa é considerada uma vacina segura e moderna, pois não usa o vírus, mas sim uma sequência  genética.

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