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Ministério da Saúde desativa 89 leitos de UTI para Covid-19 e solicita devolução de recursos

Serão desabilitados leitos de hospitais de cinco municípios do estado, inclusive da capital.

Divulgação/G1
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O Ministério da Saúde desabilitou um total de 89 leitos de UTI – Unidade de Terapia Intensiva, pediátrico e adulto que eram destinados a pacientes com coronavírus em hospitais do estado do Mato Grosso. A decisão foi publicada em uma portaria, nesta última quarta-feira, 17 de junho. Cinco cidades do estado vão ter leitos desabilitados, inclusive a capital.

De acordo com a portaria, também é necessário devolver os recursos de custeio dos leitos, que somam um total de R$ 12,8 milhões. O estado já tem registrado aproximadamente 7 mil casos de coronavírus e 272 mortes em virtude da doença. Os números têm como referência até o dia 17 de junho.

O HMC – Hospital Municipal de Cuiabá vai desabilitar 50 leitos adulto e 10 pediátrico. A prefeitura informou que a desativação se refere aos leitos para pacientes com Covid-19, os outros leitos de UTI disponíveis para outros tipos de doença continuam operando dentro da normalidade. Inclusive, o hospital vai ficar disponível para atender pacientes que tenham outras enfermidades que não tenham relação com o vírus. A medida pretende desafogar a quantidade de atendimentos do estado.

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Já o Hospital de Referência vai continuar realizando os atendimentos para os casos graves da Covid, a unidade possui 55 leitos de UTI. O Secretario de saúde da cidade, Luiz Antônio Pôssas, explicou que os recursos dos leitos desabilitados já estão na conta da secretaria. Eles esperam a orientação do MS para concretizar a devolução, pois a pasta precisa informar o procedimento.

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O PS de Várzea Grande, que fica localizado na região metropolitana do estado, terá cinco leitos de UTI desabilitados. De acordo com a prefeitura, a solicitação da desabilitação foi realizada para que os recursos possam ser repassados para leitos de UTI infantil que serão usados em pacientes que estejam sofrendo com outras enfermidades.

Os recursos serão devolvidos ao Ministério da Saúde e o dinheiro deve retornar posteriormente, para que possa ser aplicado em leitos para crianças, desde que o pedido seja atendido.

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