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Grávida de trigêmeos, mãe precisava abrir mão de 1 bebê para salvar 2 ou perder todos

A mãe foi diagnosticada com uma condição rara, que colocava em risco a vida de todos os bebês.

Crescer
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Uma mãe passou um terrível dilema ao precisar decidir qual dos filhos iria viver e qual iria morrer. A decisão difícil precisava ser tomada para que outros continuassem vivos ou ela perderia todos. Essa certamente foi a decisão mais difícil da vida da britânica Summer Shillingford.

A jovem mãe e o marido, Davidson, já eram pais orgulhosos da pequena Violet, de seis anos, e resolveram tentar ser pais novamente. Para isso, recorreram ao procedimento de fertilização in vitro. Após realizar três tentativas, ela engravidou novamente.

“Fiquei maravilhada e presumi que seria um bebê só, porque eu tinha quatro embriões, mas apenas um vingou. Mas, inacreditavelmente, o embrião se dividiu – criando trigêmeos idênticos. Meu médico nunca tinha visto isso antes”, declarou a mulher durante uma entrevista concedida ao Mirror.

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Contudo, quando chegou à décima nona semana gestacional recebeu uma notícia perturbadora. A futura mamãe recebeu o diagnóstico de síndrome da transfusão feto-fetal, uma condição considerada rara, mas que quando ocorre, em gestações múltiplas, os bebês acabam dividindo a mesma placenta.

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A condição acontece quando vasos da circulação dos bebês se comunicam. A síndrome faz com que uma criança receba parte do sangue do irmão, ficando um com excesso de volume e o outro com a quantidade reduzida. Por causa do problema, os médicos que acompanhavam a gravidez sugeriram que o bebê 2 fosse abortado, pois isso faria com que os outros dois tivessem uma chance maior de sobreviver.

Apesar dos riscos e da dificuldade, a mãe não aceitou a proposta. Uma outra opção que foi dada pelos profissionais se tratava de uma cirurgia a laser para fazer a cauterização dos vasos da placenta que estavam promovendo o desequilíbrio sanguíneo. Porém, essa opção não tinha boas perspectivas aos olhos dos profissionais, pois havia o risco de perder todos os bebês.

O instinto da mãe estava certo e os bebês conseguiram sobreviver, apesar de nascerem prematuros, com 32 semanas. O pai fez um desabafo dizendo que foi um grande alívio quando viu os três filhos chorando, além de ser um momento de grande felicidade.

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