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Sem feijões mágicos, pastor Valdemiro ‘come o pão que o diabo amassou’

Valdemiro foi desmentido oficialmente (pelos ministérios da Saúde e Público) por ter anunciado uma semente que curaria o coronavírus.

UOL
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O pastor Valdemiro Santiago tem vivido um tremendo perrengue. O Ministério da Saúde já desmentiu que os feijões mágicos que o religioso vendia não tem qualquer poder miraculoso ou mágico. Valdemiro chegou a colocar tais feijões à venda por R$ 1.000. No entanto, nem mesmo o tal feijão foi a salvação do religioso, que tem comido o “pão que o diabo amassou” no jargão popular. 

De acordo com informações do colunista Ricardo Feltrin, em uma matéria publicada nesta quarta-feira, 17 de junho, Valdemiro Santiago está com dívidas e já teria até demitido alguns funcionários que trabalham com ele na Igreja Mundial do Poder de Deus. Enquanto as dívidas sobem, as ofertas tem caído.

Com as igrejas fechadas, o recurso online de doação foi o que sobrou, mas isso é pouco para manter um verdadeiro império, que inclui até mesmo programas de televisão. Os recursos estão escassos. Ricardo Feltrin conta ainda que parte dos funcionários de Valdemiro que não foram demitidos tiveram seus salários reduzidos. 

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Santiago chega a pedir em vídeos da internet como “sacrifício extra”. Isso significa que os fiéis terão que doar mais do que doavam antes, afim de ajudar a igreja em tempo de pandemia. 

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Nas redes sociais, muita gente condenou a forma como Valdemiro tem agido diante da sua igreja e questiona como o pastor tem reagido dessa forma. “Gostaria de saber como as pessoas que tem atividades semelhantes as dele, caso tenha aumento de patrimônio, como explicam esse aumento a receita federal”, disse um dos internautas ao falar sobre o tema. 

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FERNANDO B

Escrito por FERNANDO B

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