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Laudo da perícia pode causar reviravolta na investigação da morte de modelo

De acordo com a versão do namorado, Priscila teria cometido suicídio, mas peritos apontam incongruências.

Divulgação/Metropoles
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O caso da modelo Priscila, que morreu no dia 20 de maio, na cidade de São Bernardo do Campo, pode sofrer uma grande reviravolta. Isso porque novas evidências podem mudar o rumo das investigações. Priscila tinha um relacionamento com Paulo Bilynskyj, de 33 anos, que é delegado.

A versão apresentada pelo delegado, gravada através de um vídeo quando estava dentro de uma UTI, sustenta que a modelo teria tido uma crise de ciúmes após ver uma mensagem no celular do namorado. Ele afirma que Priscila deu seis tiros nele e um nela mesma. No entanto, conforme o laudo pericial, a bala que tirou a vida da modelo não teria partido de uma arma que estava próximo ao seu corpo.

Ainda de acordo com as investigações, os peritos chegaram à conclusão de que o trajeto do projétil coloca em dúvida a versão de suicídio contada pelo delegado. As revelações preliminares dos peritos fizeram com que os investigadores retornassem à cena do crime na última sexta-feira, 29 de maio.

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Novas fotos foram tiradas e também coletas de provas materiais para saber se a modelo teria sido arrastada pelo apartamento depois de ser atingida. A tese de que a modelo tenha atirado no namorado e no meio do tiroteio Bilynskyj a atingiu no peito, é a mais plausível para que o caso seja elucidado. O que a polícia procura descobrir é qual teria sido a arma usada para matar Priscila.

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As fotos que foram realizadas pelos peritos atestam que a arma que foi encontrada ao lado do corpo da modelo não poderia ter sido a mesma usada por ela para tirar a própria vida. “A Priscila não teria como se matar com essa arma e após o ato ainda retirar o carregador. A troco do que ela faria isso?”, questionou o advogada que representa a família de Priscila.

Ainda é considerado um mistério o motivo pelo qual o delegado tenha afirmado pouco antes de perder a consciência que a namorada tenha se matado. Já que, se ele admitir que tenha atirado na namorada após a jovem tentar matá-lo, seria caracterizado legítima defesa, explicou o delegado responsável pela investigação do caso.

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