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Estas são as quatro crises do crescimento dos bebês que muitas mães não sabem identificar

Se o seu filho anda agitado, pode ser por causa de uma dessas 4 crises de crescimento.

Divulgação/Abril
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A maternidade é a realização de um sonho para a maioria das mulheres, e a chegada de um bebê na família é sempre motivo de muita felicidade. No entanto, os pais de primeira viagem têm muitas dúvidas e medos. O que muitos não sabem é que o bebê passa por algumas crises durante o desenvolvimento. No total, são quatro fases, e esse artigo vai elencar cada uma delas.

Período simbiótico: primeiro trimestre

Os três primeiros meses do bebê é marcado pelo nascimento do psicológico. Neste primeiros meses, a criança entende como se mãe e filho fossem uma só pessoa, explica o especialista Leonardo Posternak. A partir dos três meses, ele começa a olhar nos olhos da mãe, a se divertir e imita alguns gestos. Começa a entender que a mãe não é somente para amamentá-lo.

A criança entende que precisa da mãe para os cuidados e, nesse momento, bate a ansiedade. É como se ela pensasse: “E agora? E se eu chamar e ninguém escutar? E se esse outro vai embora, o que eu faço?. É aí que começa a crise”, explicou o especialista. A crise pode durar aproximadamente uns 15 dias. Nessa fase, os pais devem manter a calma, pois logo esse período difícil vai passar.

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Formação do triangulo familiar: entre 5 e 6 meses

Mesmo que o pai seja muito presente e ativo nos cuidados do filho, essa relação não foi tão estreita como a com a mãe. Por isso, aproximadamente no sexto mês de vida, a criança começa a reconhecer o pai, formando o triangulo familiar.

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Angústia ou separação: 8 meses

Essa crise pode não acontecer no oitavo mês necessariamente, mas no terceiro trimestre de vida do bebê. Essa é a crise mais significativa de todas, pois acaba durando mais tempo. A criança pode acordar até 15 vezes durante a noite, com um choro intenso e, geralmente, assustado. A fase pode durar entre 3 a 4 semanas.

“Na fantasia do bebê, ele acha que, quando a mãe apaga a luz e fecha a porta, não volta nunca mais. Então, se ele chora durante a noite e é atendido pelo pai ou pela babá, acredita que a mãe não voltará mesmo”, explicou o especialista. Por isso é importante que, nessa fase, quando a criança chorar, a mãe é quem deve atender.

Ambivalência dependência/independência: 1 ano

Essa fase acaba coincidindo com a criança começando a andar. Eles estão curiosos e querem explorar tudo a sua volta. Para lidar com a crise não existe uma receita, o importante é manter a tranquilidade e o equilíbrio.

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