Reviravolta: polícia admite erro na investigação e mistério aumenta no caso Paulo Bilynskyj

Polícia citou arma que agora é retirada de boletim de ocorrência, admitindo erro na investigação.

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O caso Paulo Bilynskyj tem mobilizado a atenção da opinião pública, já que há muitas perguntas que envolve o delegado, famoso por defender o uso de armas. Ele estava prestes a se casar com Priscila de Bairros, modelo, que foi encontrada morta no apartamento do delegado. Na versão do delegado, Priscila teria lido mensagens em seu celular e, irritada, teria disparado contra ele e, em seguida, dado um tiro contra o próprio peito. 

Polícia fala em erro ao anunciar arma que poderia levar delegado à prisão

Paulo Bilynskyj continua internado e corre o risco de morte. Nesta sexta-feira, 29 de maio, no entanto, a polícia admitiu pelo menos um erro nas investigações, o que beneficia o policial. No primeiro boletim de ocorrência do caso, a policial citou que  Paulo Bilynskyj tinha em sua casa seis armas, entre elas, um fuzil não identificado. 

Para cinco das armas, o delegado tem autorização para uso. A sexta, o fuzil, não. Agora, justamente o tal fuzil não está mais na lista do armamento encontrado dentro do apartamento de Paulo Bilynskyj. Segundo a polícia, houve um erro da instituição no momento do Boletim de Ocorrência. O que foi apreendido, na verdade, seriam acessórios de um fuzil não identificado. 

Caso a tal arma continuasse na lista,  Paulo Bilynskyj poderia responder à posse ilegal de arma. Pela legislação brasileira, a pena nesses casos pode ser de três a seis anos de prisão. O fato foi noticiado pelo portal de notícias UOL. 

O portal revelou ainda que nenhum laudo pericial do caso, que aconteceu há mais de uma semana, está pronto. A família de Priscila não acredita que ela tenha se matado.