Lesões na placenta de grávidas com Covid-19 preocupa médicos: ‘implicações significativas’

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Até o presente momento não há registro de transmissão da doença entre grávida e seu bebê.

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Shyrlene SP
Redatora na web desde 2016, formada em ciências contábeis, apaixonada pela redação desde criança. Escrevo sobre assuntos diversos, mas principalmente sobre o tema maternidade. "Busco levar a vida seguindo o manual do criador, a Bíblia".
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Cientistas norte-americanos conseguiram identificar lesões na placenta de 16 gestantes que foram diagnosticadas com Covid-19. Um artigo publicado nesta última sexta-feira, 22 de maio, pela revista American Journal of Clinical Pathology não apontou que exista risco para o feto, mas fez um importante alerta sobre a função do órgão.

Para quem não sabe, a placenta é o primeiro órgão que se forma no processo de desenvolvimento fetal. Ele é extremamente importante e possui funções análogas às dos pulmões, rins, intestinos e fígado. É a partir da placenta que o feto consegue absorver nutrientes e oxigênio da corrente sanguínea da mãe.

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Um dos autores do estudo, Jeffrey Goldstein, disse que a maior parte das crianças nasceu sem nenhum tipo de complicação e que a lesão parece não induzir a resultados negativos no nascimento, pelo menos até o presente momento. O fato é que a lesão observada pelos estudos mostrou um fluxo anormal no sangue entre a mãe e o feto, o que sugere, de acordo com especialistas, uma nova complicação da Covid-19.

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Os estudiosos defendem que a descoberta sirva de alerta para que as gestantes sejam monitoradas clinicamente durante a pandemia do novo coronavírus. A obstetra Emily Miller reforça que as grávidas precisam ser monitoradas para garantir que o bebê se desenvolva de forma saudável. A médica disse ficar preocupada, pois alterações na placenta podem ter implicações significativas.

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A doutora defende que o monitoramento das grávidas seja realizado a partir de testes que não sejam estressantes para a futura mamãe, mas que consigam examinar de forma adequada a oxigenação da placenta e acompanhar o desenvolvimento da criança. Vale ressaltar que até o momento não houve registro de transmissão da doença entre as grávidas e seus bebês.