Repórter do Fantástico se afasta da Globo para atuar como médica contra o coronavírus

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A apresentadora é formada em medicina há 13 anos, e sempre atuou em plantões de hospitais juntamente com a carreira na televisão.

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Henrique Furtado é um redator que gosta de ocupar o seu tempo livre lendo notícias, e noticiando aquilo que acha mais interessante.
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Karina Oliani é conhecida na televisão por conta de suas reportagens para canais do Grupo Globo, como o SporTV e o Canal Off. Sua especialidade é em esportes radicais e aventuras, sendo a mais jovem brasileira a atingir o topo do Monto Everest há sete anos. Já na TV aberta, participou de várias reportagens para o Fantástico.

O novo desafio que Karina viverá daqui em diante é o mesmo enfrentado pela humanidade, mas com um porém: ela estará na linha de frente. A jovem abandonou os trabalhos na televisão para se dedicar ao coronavírus. A missão pode ser nova, mas a profissão, não. Ela é formada desde 2007 em medicina, sendo a atual presidente do Instituto Dharma.

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A médica, apesar de seus trabalhos na televisão, sempre os coincidiu com a rotina na emergência de hospitais, nos quais presta plantões há bastante tempo. Isso fez com que Karina pudesse se adaptar com maior rapidez ao novo cenário instaurado pela pandemia, acostuma a lidar com o uso de máscaras e paramentações de proteção por longos períodos de tempo.

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“Trabalho na remoção de paciente grave, quando precisa ser transferido e não é para ficar mais lá. Para levar para UTI, para fazer hemodiálise. Minha missão é transferir com segurança, fazer chegar vivo”, disse Karina, que tem trabalhado semanalmente no hospital de campanha no Anhembi.

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A médica e apresentadora de televisão mora sozinha, não correndo o risco de contagiar os pais ou outras pessoas. A rotina diante do coronavírus é cuidadosa. Ao chegar em casa após o trabalho, vai de imediato para o banho. Até mesmo para ir ao banheiro durante o trabalho, precisa tirar toda a paramentação e vestir uma nova quando retorna para as salas onde estão os pacientes. “Chego em casa e não encosto em nada, não sento, primeira coisa, vou para o chuveiro”, explicou.