Bolsonaro promete que haverá uma 4ª parcela do auxílio emergencial, mas o valor é menor

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Uma 5ª parcela também não está descartada, de acordo com o presidente da República, que estuda o assunto junto com Paulo Guedes.

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O presidente da República endureceu o tom contra a emissora carioca na noite desta sexta-feira (22).

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Comentarista mostrou-se averso à opinião daqueles que criticam postura do presidente em reunião ministerial.

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Henrique
Henrique Furtado é um redator que gosta de ocupar o seu tempo livre lendo notícias, e noticiando aquilo que acha mais interessante.
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Jair Bolsonaro (sem partido) prometeu nesta sexta-feira (22) que haverá o pagamento de uma quarta parcela do auxílio emergencial. Entretanto, a intenção do governo não é equipará-la com o valor das parcelas anteriores, fixadas em R$ 600. Uma quinta parcela também não foi descartada pelo presidente da República, que avalia as possibilidades junto com o ministro da Economia, Paulo Guedes.

“Conversei com o (ministro da Economia) Paulo Guedes que nós vamos ter que dar uma amortecida nisso aí. Vai ter a quarta parcela, mas não de R$ 600, não sei quanto vai ser, R$ 300, R$ 400″, afirmou ele em entrevista à Rádio Jovem Pan.

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O presidente da República compreende necessário o pagamento eventual de uma quarta e quinta parcela para acelerar a economia do país, cujos reflexos são negativos diante da pandemia provocada pelo novo coronavírus, incluindo queda de arrecadação do próprio governo federal. Para o pacote do auxílio emergencial foram propostos mais de R$ 110 bilhões, valor que segundo Jair Bolsonaro se deve evitar “jogar para o espaço”.

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Ainda nesta semana, em reunião com empresários, o ministro da pasta, Paulo Guedes, também falou sobre o interesse do governo federal em prorrogar o auxílio emergencial por mais dois meses. Para ele, o valor ideal seria de R$ 200, antes que uma pressão por parte do Congresso fizesse com que as cifras aumentassem.

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O intuito do auxílio emergencial é amparar os trabalhadores informais e autônomos, afetados pela pandemia do novo coronavírus, sobretudo pelo isolamento social. Nesta sexta-feira, a Caixa Econômica Federal alega ter pago a segunda parcela para aproximadamente 7,9 milhões de brasileiros.