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O que acontece quando pessoas inocentes ficam presas por dois meses?

Experimento americano colocou 7 voluntários inocentes dentro da prisão e tiveram resultados surpreendentes.

Uol
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O comportamento social tem sido cada vez mais explorado pelas mídias de entretenimento. Os níveis de inserção das pessoas em realidades possíveis, porém distantes, estão ficando cada vez mais atrativos para o mercado, tanto que um canal de TV americano decidiu fazer um experimento social.  A atração reuniu 7 participantes voluntários para serem inseridos na rotina de um presídio, foram 4 homens e 3 mulheres utilizados no programa.

Cada voluntário foi instruído com códigos para pedir ajuda caso precisassem, mas eles seriam tratados da mesma maneira que qualquer outro preso. Eles receberam nomes falsos e crimes que não cometeram. Além disso, nenhum deles sabia quem era o outro, ou seja, eles estariam convivendo sem saber quem era voluntário ou não.

Os voluntários se candidataram por motivos diferentes, mas, no fim das contas, cada um estava querendo descobrir a rotina de um presídio e ter acesso a essa convivência. O experimento reuniu uma policial, uma assistente social, um professor, entre outras profissões.  

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Dos sete participantes que ingressaram no programa, dois desistiram. Um tentou adulterar uma câmera, ficou preso durante uma semana na solitária e, quando saiu, preferiu dizer que estava doente para ser mandado para casa. Outro voluntário foi agredido por um detento dentro da cadeia e precisou desistir do programa.

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Experimento americano colocou 7 voluntários inocentes dentro da prisão e tiveram resultados surpreendentes

A experiência foi gravada em 2015, os falsos presos encararam a dura realidade de um presídio e ficaram extremamente afetados com tudo a que um detento é exposto. As mulheres disseram que aprenderam muito a valorizar a família, a liberdade e o livre arbítrio, a policial que participou decidiu abandonar a carreira, pois não queria ser a responsável por colocar mais ninguém dentro da cadeia.
Uma das mulheres era a filha de Mohamed Ali.

Os homens também tiveram desenvolvimentos interessantes, um deles ficou tão próximo dos outros detentos que conseguiu descobrir manobras dos presos. Dois dos voluntários ficaram amigos sem, ao menos, saber que participavam do mesmo programa.

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Tatiane Braz

Escrito por Tatiane Braz

Estudante, escritora e apaixonada pela verdade, tenho como meta levar a notícia de forma clara e real. Amo ler e percebo a cada dia que um mundo melhor se faz quando o conhecimento que adquirimos é colocado em prática. Faça contato comigo: tatianebraz1998@gmail.com