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Relembre as coisas que eram comuns na sua infância, mas hoje são inacreditáveis

Divulgação / Pinterest
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Quem teve infância nos anos 80 e 90 pode se considerar um sobrevivente! E, para celebrar esses anos maravilhosos, confira essa lista cheia de nostalgia e bons momentos que era naturais há alguns anos. 

Segurança na direção

Criança quieta já era o suficiente para a segurança da família dentro dos veículos. Cadeirinha para criança, cinto de segurança e apenas adultos na parte da frente não faziam parte das regras há alguns anos. Andar no colo da mãe no banco da frente do carro era super natural! Ainda dava para mudar a estação de rádio ou trocar a fita K7.

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Outra emoção era ficar em pé na carroceria de um carro numa rodovia. Cabelos ao vento! E ninguém ligava dos olhos lacrimejando ou dos tombos bruscos a cada curva fechada. Por fim, como era divertido passear com os amigos no porta malas do carro, mesmo morrendo de calor!

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Fumante passivo

Fumar já foi bonito, dava autoridade. Então teve muita criança respirando tranquilamente a fumaça de um fumante. Pior! Havia incentivo ao hábito, com direito a cigarros de chocolate para comer entre os dedos. Além disso, vale lembrar que era comum um pai pedir ao filho que lhe comprasse cigarros. 

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E tem mais!

Andar de bicicleta, skate, patins e outros esportes, que, hoje exigem proteção, antes ninguém pensava em comprar um capacete antes de liberar a brincadeira da garotada.

A infância tinha gosto de aventura! Subir muros e árvores sem medo algum de cair – e se machucar, era brincadeira dos dias intermináveis de férias. Cama ou bicama tinha muita tendência a virar pula-pula improvisado – e como os móveis eram resistêntes! 

Protetor solar e tomar sol não eram sinônimos. Um FPS 4 já era um avanço contra os raios UV. Além disso, ficar sozinho não era exatamente problema. Quantas vezes você se lembra de ter preferido ficar no carro, porque não estava com vontade de ir ao supermercado? E a chave permanecia na ignição. Bons tempos…

Escrito por Mayra Michel

Jornalista por formação e vocação. Apaixonada pelos desafios da escrita e pelo aprendizado diário do Português. Na caminhada da Comunicação desde 2004, ainda tem muito o que viver nessa profissão que "quem conhece, não esquece jamais" (sim, sou mineira!).