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Coronavírus: morte de mulher de 21 anos acende alerta sobre letalidade entre jovens

Divulgação/Globo
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A pandemia do novo coronavírus tem deixado à população mundial muito preocupada. Até o momento, os especialistas tem afirmado que a doença oferece mais riscos para pessoas idosas e aos portadores de enfermidades crônicas. No entanto, muitas mortes envolvendo pessoas mais jovens tem causado preocupação na sociedade.

A morte de uma jovem de 21 anos, que aconteceu no Reino Unido voltou a acender um alertar. Principalmente, pelo fato de que a mulher não tinha nenhum tipo de doença pré-existente. Isso volta à tona o assunto de que as pessoas mais jovens não estão imunes e podem sim apresentar complicações relacionadas ao Covid-19.

A jovem Chloe Mddleton, morreu na última semana, porém, a notícia somente foi veiculada nesta última quarta-feira, 25 de março. A tia da jovem, Emily Mistry, revelou que a sobrinha morreu vítima do novo coronavírus. Ela ainda fez um apelo para que as pessoas possam fazer sua parte para evitar que a doença se propague ainda mais.

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De acordo com a informação do governo britânico, a maior parte das mortes eram de pacientes que possuiam condições médicas pré-existentes. As autoridade de saúde tem demonstrado uma grande preocupação de que os jovens ignorem as orientações por acreditar que a enfermidade acomete mais os idosos.

A mãe da jovem que morreu, Diane Middleton, também pediu através da sua rede social que as pessoas sigam as orientações. Na última semana, Tedros Adhanom Ghebreyesys, diretor geral da OMS – Organização Mundial da Saúde fez um apelo ao público mais jovem e disse que eles não são invencíveis. Ele alertou que o coronavírus pode deixa-los por semanas internados ou até mesmo matar.

Um dos motivos da doença ter uma baixa letalidade entre os mais jovens é que os seu sistema imunológico é mais forte. Por esse motivo, consegue combater o vírus e se recuperar de forma mais rápida da doença. Já nos idosos isso é diferente, pois eles não tem o mesmo tipo de resposta imunológica.

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