Urach pede fim da quarentena e polemiza: ‘Pessoas não vão morrer com coronavírus’

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Fernando B
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A ex-modelo e hoje palestrante e escritora, Andressa Urach foi uma das celebridades a se pronunciarem, após a fala do presidente do Brasil, Jair Bolsonaro. O político defendeu o fim do chamado confinamento horizontal, onde todas as camadas sociais e idades ficam em casa. O presidente defende só a quarentena para pessoas idosas e de grupos de risco.

Para Andressa Urach, que já havia polemizado ao relacionar a pandemia com religião, a postura de governadores de todo o Brasil pode ser muito maléfica, justamente, para quem é mais pobre.

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Andressa Urach, ao fazer o seu post na internet, disse que sabia que sua mensagem seria encarada como algo polêmico, mas que achava absurdo as coisas como estão acontecendo.

Em seguida, a modelo que tinha uma vida conturbada, argumentou que muita gente iria padecer, mas de fome e não da COVID-19, que já matou mais de 21 mil pessoas em todo planeta. “As pessoas não vão morrer com o coronavírus, elas vão é passar fome, depois que várias pequenas empresas quebrarem e a consequência de toda essa paralisação é: milhões de desempregados e presídios mais cheios… daqui 60 dias vocês vão me dar razão!”, disse Andressa Urach, que teme pelos próximos capítulos.

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No Brasil, são mais de duas mil pessoas infectadas pelo coronavírus. Segundo o Ministério da Saúde, até às 17h desta quarta-feira, 25 de março, eram 57 mortes em todo o país. Por enquanto, o índice de letalidade aqui é superior acima de 2%. Mesmo assim, esse índice de mortes ainda é inferior ao do mundo, que vive um surto da doença.

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