Ministro da Saúde diz que só sai demitido; nome de possível sucessor já teria sido escolhido

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Diogo Marcondes
Jornalista formado desde 2015. Jornalista por vocação desde que nasceu. Redator do i7 Network.
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O ministro Luiz Henrique Mandetta, da Saúde, teve seu trabalho colocado em xeque de forma indireta pelo presidente Jair Bolsonaro. Nesta terça-feira (24), Bolsonaro fez pronunciamento em rede de rádio e TV em que foi na contramão do que diz o Ministério da Saúde, e chamou o coronavírus de “gripezinha” e “resfriadinho”.

O jornal Correio Braziliense noticiou nesta quarta que Henrique Mandetta não pedirá demissão do cargo. Segundo a fonte ouvida pelo jornal, o ministro da Saúde só deixa o comando da pasta se for mandado embora por Bolsonaro. As opiniões dos dois sobre o coronavírus é inversa.

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Mandetta defende a quarentena imposta à população. Bolsonaro, que se diz preocupado com a economia, defende que as pessoas voltem a trabalhar e que as escolas voltem ao normal. O presidente do Brasil vai na contramão de grande parte das opiniões acerda da pandemia.

De acordo com o Correio Braziliense, Mandetta estaria descontente com Bolsonaro diante da polêmica que o presidente criou. O Ministério da Saúde acredita que os casos de coronavírus no Brasil vão se multiplicar nos próximos dias. Ainda segundo o jornal, o nome de um possível sucessor de Mandetta estaria sendo disseminado pela ala mais radical do Planalto, liderada pelo vereador Carlos Bolsonaro. Trata-se de Antonio Braga Torres, atual presidente da Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa).

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Braga Torres estaria mais conectado com Bolsonaro ao ser contra o confinamento de toda a população neste momento. Médico e contra-almirante da Marinha, Braga Neto estava com Bolsonaro na manifestação do dia 15 de março.

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