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Como estão sendo os enterros das vítimas por COVID-19 no Brasil é de cortar o coração

Thiago Amaral/Folhapress
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Um dos momentos mais difíceis na vida de qualquer pessoa é perder uma pessoa querida. No mundo, milhares de pessoas estão perdendo seus familiares por conta do coronavírus. No Brasil, isso também está acontecendo, até esta segunda-feira, 23 de março, eram 34 mortos por conta do problema. Mas como estão sendo os enterros por conta da COVID-19 aqui no Brasil?

Os velórios relacionados ao coronavírus não podem durar mais de uma hora aqui no Brasil. Nada de abraços ou pessoas muito próximas. A cerimônia também precisa contar apenas com as pessoas mais queridas do falecido, não passando de dez pessoas durante o velório. 

O caixão do falecido também precisa ser recoberto de papelão e o rosto da pessoa morta não  fica à mostra. No mundo, em muitos lugares, o caixão é feito a partir de zinco, novamente, para evitar que a infeção ocorra. 

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Alexandre Modonezi, secretário das subsecretarias de São Paulo, falou sobre como tem sido a despedida das vítimas por COVID-19 no estado onde há mais mortos pela doença no Brasil. “Não existem diferenças e o tratamento de vítimas de covid-19 é o mesmo. Damos dignidade a todas as despedidas, aos familiares. A diferença é que o velório passou de quatro para uma hora. E há diferença com relação à segurança dos funcionários que têm contato com corpos com suspeita de coronavírus“, disse Alexandre Modonezi.

São quase 2 mil pessoas infectadas por coronavírus no Brasil. No mundo, são mais de 17 mil pessoas que morreram da doença. No Brasil, já são quase dois mil infectados. 

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FERNANDO B

Escrito por FERNANDO B

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