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Novela entre Santos, Pachuca e Cueva pode render ao Peixe uma indenização de até R$ 429,7 milhões

Ivan Storti/Santos FC
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A imprensa esportiva vem apurando nos últimos dias a novela envolvendo a briga de Santos, Cueva e Pachuca. O meia peruano deixou a Vila Belmiro pela porta dos fundos e se apresentou ao clube mexicano no início do mês de fevereiro sem demonstrar nenhuma justificativa. Desde então, o Peixe decidiu ir à Fifa para lutar pelos seus direitos, cobrando uma indenização e de quebra pedir que fosse amenizada a dívida que possui junto ao Krasnodar, da Rússia, pela compra do jogador, que no momento é de 7 milhões de dólares (cerca de R$ 30 milhões).

A entidade máxima do futebol autorizou, preliminarmente, que a diretoria do Pachuca registre Cueva como seu novo jogador. Com isso, ele já está permitido a atuar pela equipe mexicana. Embora o Santos almeje uma saída da dívida junto aos russos, a decisão proferida pela Fifa não muda em nada o débito tido com o Krasnodar, e a equipe brasileira deverá arcar normalmente com o seu débito.

Com isso, está de pé o acordo previamente estipulado por Cueva, que envolve o pagamento dos 7 milhões de dólares (cerca de R$ 30 milhões) em três parcelas anuais, respectivamente em 2020, 2021 e 2022. A diretoria do Santos já pagou tudo o que devia ao peruano, e não há mais nenhum débito com ele.

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Após solicitar a rescisão junto ao Santos, Cueva não tem mais contrato com a equipe da baixada santista. Entretanto, ele tinha um outro contrato, este de trabalho (como funcionário do clube), válido por quatro anos, responsável por garantir a possibilidade de empréstimo por uma temporada, além dos outros três anos em caráter definitivo. Existia ainda um terceiro contrato, este de registro na CBF, que não foi assinado pelo meia. Como esse novo acordo nunca foi oficializado, a CBF entendeu que o jogador está livre.

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Com a saída de Cueva pela porta dos fundos, até o momento o Santos perdeu o atleta de graça. Em contrapartida, pleiteia na Fifa a indenização, esperada em pelo menos 7 milhões de dólares, e com isso abater a dívida existente junto aos russos. Na melhor das hipóteses, o valor poderia chegar até a multa contratual do jogador, que é de US$ 100 milhões. A diretoria segue convicta de que suas solicitações serão atendidas, pois entende a existência de um desrespeito ao pré-contrato, e uma saída sem justa causa.

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Henrique

Escrito por Henrique

Henrique Furtado é um redator que gosta de ocupar o seu tempo livre lendo notícias, e noticiando aquilo que acha mais interessante.