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Mãe desabafa após filha de 3 anos quebrar seu pé em crise de raiva: ‘só desliguei o tablet’

Divulgação/bebemamae
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Atualmente, as crianças tem o hábito de usar aparelhos eletrônicos desde muito pequenos. Inclusive, a habilidade que eles têm usando essas tecnologias impressiona, porém é necessário ficar atento ao tempo de exposição. Uma mãe passou por uma situação bem assustadora envolvendo a filha três anos e resolveu falar sobre o assunto.

Emily Denmpster revelou que teve o pé quebrado pela própria filha após desligar o seu tablet de maneira repentina. O detalhe mais chocante nesta história é que a pequena tem apenas três anos. A mãe contou como tudo aconteceu durante uma entrevista concedida ao site australiano Kidspot.

A mulher contou com detalhes como tudo ocorreu e revelou também como esse fato mudou completamente a vida da família para sempre. Emily disse que durante uma manhã agitada, acabou deixando a filha um tempo maior usando o aparelho eletrônico.

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“Eu costumava deixar ela e os irmãos entretidos com o tablet/celular/tv ou notebook pelas manhãs enquanto me preparava para ir trabalhar e leva-los para a escola ou creche. Naquele dia, eu a deixei um pouco mais do que o normal, porque estávamos atrasados. Eu geralmente a preparava para quando ia desligar o tablet, explicava que agora precisávamos desligar e tudo o mais. Mas naquele dia por causa da pressa, eu só desliguei o tablet e pronto”, disse a mãe australiana.

Após desligar o aparelho, a mãe disse que foi para o quarto amarrar os sapatos. Emily disse que a menina teve uma crise de choro e durante um acesso de raiva se aproximou jogando o tablet no seu pé com toda força. A australiana disse que foi uma dor terrível, difícil de suportar. Por isso, ela precisou ir às pressas para o hospital e ficou seis semanas usando gesso para se recuperar.

A situação extrema fez com que a australiana e o marido tomassem uma decisão drástica. O casal resolveu tirar todos os tipos de aparelhos eletrônicos dos filhos de uma vez. A mãe conta que as crianças pareciam ter uma espécie de síndrome de abstinência, ficavam na posição fetal se balançando e gritando.

Apesar de toda angústia, eles se mantiveram firmes e em poucos dias as crianças acabaram se esquecendo dos aparelhos. Eles brincavam mais com os brinquedos e até ficaram mais calmos. A família parou de se estressar durante as manhãs e não se atrasavam mais para sair de casa. Além disso, Emily afirmou que sobrou mais tempo para demonstrações de carinho e amor.