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Caso Raíssa: garoto que matou e abusou da menina será reeducado e em 3 anos estará liberto

G1
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A Justiça deu a sentença final do Caso Raíssa, que ficou tão famoso após espantar todo o país, devido à sua barbaridade. Um garoto de apenas 12 anos, cujo nome não foi divulgado, foi acusado de matar sua vizinha, que era autista, e tinha apenas 9 anos.

Raíssa era muito amiga do garoto e confiou nele ao se distanciar de sua mãe no Parque Anhanguera, onde ele cometeu o tão terrível crime. Um laudo recente apontou que Raíssa também foi abusada antes de morrer.

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A todo momento, o garoto, mesmo confessando o crime, afirmava que não tinha abusado da garota. Em alguns depoimentos, o jovem citou um homem de bicicleta, mas logo desmentiu dizendo que agiu sozinho.

A Polícia Civil da cidade de São Paulo investigou o caso e concluiu que o jovem atuou sozinho na cena do crime. No entanto, sua pena será de um projeto de reeducação na Fundação Casa, para assim ser colocado em sociedade novamente.

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A pena máxima para o garoto é de três anos, conforme propõe o ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente). O crime bárbaro ocorreu em uma tarde de domingo, no dia 29 de setembro.

Após a jovem Raíssa desaparecer, o garoto foi até alguns inspetores do parque e comunicou que viu uma menina pendurada em uma árvore. A jovem autista morreu por asfixia mecânica, conforme apurou a perícia.

A mãe da garota deu entrevistas em que se demonstrava muito abalada, viralizando na época. Relatos de alunos da mesma escola do garoto assassino mostraram que ele era conturbado e tinha um comportamento agressivo, tanto com colegas de classe quanto com professores.

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Escrito por Bruno Avila

Escritor de futebol e política desde 2016, quando comecei o trabalho na Blasting News. Hoje migrei ao 1News e sou um dos escritores mais lidos do site.