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Caso do jogador cruelmente assassinado: novo detalhe encontrado no celular da mulher choca

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O ex-jogador do São Paulo, Daniel Corrêa, de 24 anos, foi vítima de um assassinato brutal em outubro do ano passado, tendo sido encontrado morto em São José dos Pinhais, nas redondezas de Curitiba. De acordo com informações do programa Tribuna da Massa, uma perícia realizada no aparelho celular de Cristiana Brittes, mulher de Edison Brittes, réu confesso do crime, indica que a moça teria feito diversas pesquisas sobre casas de Swing, locais onde, comumente, ocorrem troca de casais.

Essa informação obtida na perícia converge com a tese apontada por uma das testemunhas do caso, baseada na hipótese de que Edison teria convidado o jogador para dormir com sua esposa, Cristiana, na manhã do crime. Além disso, essa pessoa que não quis ser identificada, afirmou que o autor do delito chegou a confessar a um amigo que tinha feito uso de entorpecentes, como cocaína e ecstasy, antes de executar Daniel. 

Nos primeiros depoimentos do casal, eles negaram totalmente as alegações da testemunha, tanto a relacionada ao fato de o jogador ter sido convidado, quanto a referente ao uso de drogas momentos antes do brutal homicídio. Porém, com a descoberta da perícia, as buscas por casas de Swing podem comprometer boa parte do que foi dito por Edison e Cristiana.

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Desse modo, ambos terão que apresentar justificativas no próximo interrogatório, marcado para o dia 13 de agosto, que pode se estender por 2 dias, perdurando até o dia 15. Ademais, não só o casal está envolvido no crime, mas também outras quatro pessoas, são elas: Allana Brittes, filha de Edison e Cristiana; Ygor King; David Willian da Silva; Eduardo Henrique da Silva. Todos os citados estão detidos, menos Evellyn Perusso, a única acusada que responde em liberdade.

Daniel faleceu jovem, com apenas 24 anos, e de forma brutal, sendo encontrado com o pescoço quase degolado e órgão genital mutilado. Em sua carreira, o jogador passou por diversos clubes grandes do país, como São Paulo, Botafogo, Coritiba, Ponte Preta, na época da tragédia, estava emprestado a equipe do São Bento.  

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