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Bolsonaro toma atitude após professores anunciarem greve

Correio do Interior/Poder360

Uma greve geral foi anunciada pelos professores e alguns estudantes do país. Primeiramente a USP paralisou com seus docentes e alunos, posteriormente outros estados aderiram e diversas escolas indicaram aderir ao movimento geral.

Protestos estão marcados para a tarde de hoje em todo o país. Na manhã de hoje já aconteceram registros de manifestações nos seguintes estados: Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraná, Paraíba, Piauí e São Paulo.

Os movimentos indicam contrariedade aos cortes na Educação feitos pelo Governo Bolsonaro. O presidente, no entanto, resolveu tomar uma atitude que repercutiu muito no Twitter, pois defendeu o seu governo, junto ao ministro da Educação, Abraham Weint.

Na resposta do presidente, é possível identificar que, primeiramente não são cortes, e sim contingenciamentos e que estes foram anunciados, não somente na educação, mas em diversas áreas. Estão acima da Educação: Minas e Energia; Defesa; Ciência e Tecnologia; Cidadania; Infraestrutura; Agricultura; Desenvolvimento Regional; Economia; Turismo.

Somente na décima posição que vem a Educação, com 24,70%. Logo a imagem postada pelo presidente viralizou nas redes sociais e atualmente já conta com quase 10 mil curtidas e 1.888 retuítes. Fora a repercussão em outras mídias.

Medidas de corte na Educação são repudiadas por diversos integrantes da área. As greves de professores e alunos são frequentes, inclusive quando outros governos estavam no Brasil.

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Escrito por Bruno Avila

Escritor de futebol e política desde 2016, quando comecei o trabalho na Blasting News. Hoje migrei ao 1News e sou um dos escritores mais lidos do site.

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