3 medicamentos comuns podem aumentar o risco de depressão

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Mulheres que fazem uso de anticoncepcionais orais, ou em forma de adesivo, além do DIU hormonal, tem até três vezes mais chances de que a pessoa atente contra a própria vida. De acordo com o estudo, esses medicamentos oferecem um perigo que não pode ser ignorado.

Pesquisadores da Dinamarca publicaram um estudo no American Journal of Psychiatry, e constataram que muitas mulheres que tentaram tirar a própria vida faziam uso desse medicamento e sofreram com depressão. 

Entre as três formas de contraceptivos estudados a pior e que oferece mais riscos é a forma de adesivo. O segundo pior seria o DIU, seguido das pílulas. Os pesquisadores revelaram que o risco maior está entre as mulheres mais jovens, que podem fazer tentativas de suicídio já nos dois primeiros meses de uso do medicamento.

Há a especulação de que depois de um ano de uso há uma estabilização do humor, mas a pesquisa aponta que mesmo após um ano de uso o risco de suicídio pode dobrar entre as usuárias. Após sete anos de uso o risco aumenta 30%.

O risco entre as mais jovens está ligado ao fato delas enfrentarem relacionamentos com mais desafios emocionais, juntamente com a imaturidade e o fato de não saber lidar com as adversidades. Muitas jovens são inseguras e sofrem mais com rompimentos e eventos infelizes, podendo gerar depressão e pensamentos suicidas.

De acordo com o Dr. Lair Ribeiro, com o uso do anticoncepcional há uma queda em um hormônio que se chama progesterona. Isso acontece porque o contraceptivo inibe a produção de óvulos. É como se a mulher jovem estivesse bioquimicamente menopausada..

A queda da progesterona pode levar a mulher a depressão e esta doença pode desencadear pensamentos suicidas. Esse é um dos fatores da depressão pós parto e também da infertilidade. Dr. Lair explica que além da queda da progesterona, outro fator importante é deficiência de omega 3, que pode desencadear a depressão.