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General ataca Miriam Leitão e diz o que muita gente queria, mas não tinha coragem

Montagem / República de Curitiba
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O General Paulo Chagas, da Reserva do Exército, usou suas redes sociais para criticar a jornalista Miriam Leitão, da Rede Globo de Televisão. Em um texto público, o ativista político lembra do passado da repórter, que foi  ativista do PCdoB e utilizou até nome falso para militar pelos seus ideias. 

Na época, Miriam chegou  a ser presa, acusada de fazer parte de um movimento que queria implementar no Brasil a chamada ‘ditadura do proletariado’. Em seguida, o General critica a forma como Leitão comenta a ditadura militar e diz que ela tem transtorno. 

” Ela se deixa dominar por um tipo de Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC) que a leva a contestar verdades históricas”, escreveu o militar em sua rede social. 

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Em outros momentos, o General diz que Miriam ataca o presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, em virtude dos acontecimentos nas décadas de 1960 e 1970, mas que ela mesma teria parcela de culpa em alguns desses acontecimentos.

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Veja abaixo a publicação feita pelo General em sua rede social, que acabou gerando grande repercussão em todo o país:

Transtorno Obsessivo Compulsivo da Sra Míriam LeitãoCaros amigosA jornalista Míriam Leitão foi militante do PCdoB…

Gepostet von Paulo Chagas am Dienstag, 2. April 2019

Muitos internautas concordaram com o general. “Em toda guerra existem baixas e atrocidades. Naquela época a guerra do Brasil era contra os atos do terrorismo que estava querendo impor o comunismo nesse nosso país. Pela história houve sim muita barbárie de ambos os lados como não poderia deixar de ser, entretanto o que nos apetece hoje como resultado é a realidade de que o Brasil não perdeu para esse famigerado regime Comunista”, disse um deles através do Facebook.

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Fernando B

Escrito por Fernando B

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