in

‘O que o Brasil vai ganhar com a visita de Bolsonaro aos EUA?’ Especialista responde

Publicidade

Os impactos da visita do presidente da República, Jair Bolsonaro, não podem ser apontados em um primeiro momento. Isso porque tudo que foi abordado no encontro com o presidente norte-americano ainda é muito prematuro, mas de acordo com a reportagem de Talita Marchao, da redação do portal UOL, alguns pontos valem a pena ser destacados.

Publicidade

Mais carne para venda internacional

Algo pouco difundido e que não pode passar em branco. Uma delegação dos EUA será enviada ao Brasil para analisar as condições sanitárias dos principais frigoríficos nacionais. Este esforço, conquistado após a visita do presidente, deverá alavancar a venda de carne para os norte-americanos, um dos maiores mercados consumidores de carne bovina do mundo e que deverá fortalecer a economia nacional.

Publicidade

Polêmica à vista

A isenção de vistos para os cidadãos norte-americanos, sem a visível contrapartida aos brasileiros, inicialmente foi apontado como um ponto negativo e alvo de duras críticas ao presidente da República. Outro fator que foi muito atacado tem relação com a base de lançamento de foguetes de Alcântara, no Maranhão. Sobre a isenção de vistos, há sim uma contrapartida, mas ela foi inferior à concedida aos cidadãos americanos: os brasileiros passaram para o ‘Programa de Viajantes Confiáveis, o ‘Global Entry’, programa do governo dos EUA que visa facilitar a entrada de estrangeiros ‘confiáveis’ no país.

“Da perspectiva econômica, é uma base que está subutilizada, e o lançamento de satélites norte-americanos e outros instrumentos espaciais pela base podem permitir um melhor aproveitamento econômico das instalações”, explicou Loureiro, professor de Relações Internacionais da USP.

Publicidade

Publicidade

Leia Também

Escrito por Mari

Alguém que curte escrever sobre entretenimento e diversidades.

Emoção toma conta das celebrações que marcam uma semana do massacre em escola de Suzano

Filha de Glória Pires desabafa sobre vício: ‘me matava um pouquinho todos os dias’