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Bolsonaro corta milhares de cargos e regalias em universidades, e gera economia

Mandel Ngan/AFP
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O presidente da República, Jair Bolsonaro, assinou um decreto que visa acabar com uma série de gratificações existentes na administração pública, atingindo consequentemente a área da educação, sobretudo as Universidades geridas pelo Governo Federal.

Ao todo foram 21.000 cargos extintos, sendo que, deste total, 13.710 são de pessoas envolvidas com as Universidades Federais, o que representa 65% do montante total eliminado.

Os principais alvos foram os cargos de direção, além de funções comissionadas e outras áreas, como benefícios extras aos salários dados aos professores. Em decorrência da medida, vários órgãos representativos destas classes manifestaram-se negativamente.

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Vale lembrar que não foram extintos os empregos destes servidores públicos, mas sim o pagamento de valores adicionais, decorrentes de outras atividades no setor público, tais como postos de chefia, coordenação de departamentos, entre outros.

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A medida estava prevista em uma das várias metas prometidas pelo governo para os 100 primeiros dias do mandato presidencial de Jair Bolsonaro. A justificativa utilizada pelo Palácio do Planalto é a de gerar uma reforma do Estado, com um consequente e necessário enxugamento da máquina pública.

Até o dia 31 de julho deste ano, outras 11.261 funções de gratificação serão gradativamente extintas, fazendo com que os ocupantes desses cargos sejam aos poucos exonerados ou dispensados.

O Ministério da Economia prometeu que tais medidas não implicarão com consequências negativas para a prestação de serviços públicos.

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Henrique

Escrito por Henrique

Henrique Furtado é um redator que gosta de ocupar o seu tempo livre lendo notícias, e noticiando aquilo que acha mais interessante.