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A emocionante história do menino que morreu nos braços do pai, que se fingiu de morto

Abdifatah Aden Ibrahim/Facebook

Após o horrendo massacre cometido contra duas mesquitas na Nova Zelândia, na última sexta-feira (15), gradativamente a identidade das 48 vítimas fatais começa a ser divulgada pela mídia local.

De todas as histórias, uma das mais emocionantes é a de um garotinho, de apenas três anos de idade, que acabou não resistindo aos tiros que sofreu. Ao ser alvejado, ele estava nos braços de seu pai, que estava se fingindo de morto depois de também ter sido baleado e ferido.

Mucad Ibrahim é um dos mais jovens a ser morto no atentado xenófobo realizado pelo australiano Brenton Tarrant. Segundo informações do portal Mirror, o garoto estava realizando preces na mesquita, na companhia de seu pai e de seu irmão mais velho, Abdi.

Quando estavam no templo muçulmano Al Noor, o assassino adentrou no local, portando um armamento semiautomático, efetuando disparos aleatórios na intenção de vitimar o maior número de pessoas possível.

O irmão mais velho conseguiu se salvar, correndo para fora da mesquita. O pai, por sua vez, foi baleado, e caiu ferido ao chão. Nisto, ele abraçou Mucad nos braços, para tentar protegê-lo.

Entretanto, o instinto do garotinho, diante da situação de perigo, foi de tentar sair do local, para buscar se proteger. Foi nesse exato momento que o atirador percebeu a movimentação, e efetuou o disparo fatal.

Classificado como enérgico e brincalhão, o menino era tido pela família como alguém muto sorridente, que estava sempre dando boas gargalhadas.

O irmão de Mucad fez uma emocionante postagem em suas redes sociais, afirmando que todos nós pertencemos a Deus, sendo que um dia todos retornarão para Ele. Além disso, afirmou que sentirá muita falta de seu irmão mais novo.

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Escrito por Henrique

Henrique Furtado é um redator que gosta de ocupar o seu tempo livre lendo notícias, e noticiando aquilo que acha mais interessante.

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