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Justiça autoriza Bolsonaro escolher a dedo o psiquiatra para tomar medidas a Adélio Bispo

Rede Globo / Jornal Nacional | REUTERS / Raysa Campos Leite

Bruno Souza Savino, juiz da 3ª Vara Federal do município mineiro de Juiz de Fora, permitiu que um psiquiatra, escolhido por Bolsonaro, faça um interrogatório de Adélio Bispo, o qual assumiu a autoria da tentativa de homicídio do presidente durante ato de campanha na cidade.

O agressor encontra-se detido de forma provisória deste a data do ocorrido. Jair Bolsonaro, por sua vez, precisou enfrentar três procedimentos cirúrgicos em decorrência da perfuração na região de seu abdômen.

Na última terça-feira (12), os advogados de Adélio Bispo encaminharam para a Justiça Federal um laudo médico que indicaria distúrbios mentais no agressor.

Até agora, três laudos foram feitos em Adélio. O primeiro deles, foi realizado de forma particular, e apurou a existência de um transtorno delirante grave. O segundo, de ordem judicial psiquiátrico, indicou o mesmo transtorno anterior, de forma permanente. Já o terceiro laudo, também judicial, mas de cunho psicológico, está sendo mantido sob segredo.

Laudos não são consistentes no diagnóstico de Adélio Bispo

Marcelo Medina, o qual é o procurador do caso, disse que os peritos dos laudos psiquiátrico e psicológico chegaram a conclusões diferentes, havendo uma falta de unanimidade nas conclusões.

Todavia, como o laudo psicológico está sendo tratado como segredo de Justiça. Marcelo não foi informou em que pontos houveram essas disparidades, nem mesmo sendo possível indicar o teor da documentação.

Já com a autorização judicial, um psiquiatra indicado pelo presidente poderá ter acesso ao paciente, chegando a sua própria conclusão sobre o estado de saúde mental do agressor.

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Escrito por Henrique

Henrique Furtado é um redator que gosta de ocupar o seu tempo livre lendo notícias, e noticiando aquilo que acha mais interessante.

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