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Escola de samba provoca Bolsonaro, coloca Hitler com faixa presidencial e se dá mal

Reprodução / Site Carnavalesco / PSL
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O carnaval acontece apenas em março, mas as escolas de samba de São Paulo realizam os chamados ensaios técnicos no Sambódromo do Anhembi, zona norte da capital paulista. 

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Na noite deste sábado (2), foi a vez de a Águia de Ouro levar os seus componentes para a avenida. Chamou a atenção do público presente e gerou repercussão nas redes sociais, um dos componentes fantasiado como Adolf Hitler.

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O componente levava a suástica do partido Nazista alemão, usava uma faixa presidencial brasileira e tinha em suas mãos um cassetete. Muita gente viu uma clara referência ao presidente Jair Bolsonaro (PSL), que é militar e costuma ser chamado de nazista por opositores.

A escola de samba, porém, se deu mal. Nas redes sociais, muita gente criticou a atitude da entidade da zona oeste de São Paulo. “Isso não é Liberdade de Expressão, Associar o Presidente ao Ditador Nazista Hitler, é Crime”, comentou um internauta no Twitter.

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Diante da repercussão negativa, a Águia de Ouro se manifestou por meio de nota emitida pela sua assessoria de imprensa. A escola classificou o ato como atitude isolada de um componente para se promover pessoalmente.

“A diretoria foi pega de surpresa, e já tomou as medidas necessárias para que não aconteça mais”, diz a nota. Além de apoiadores de Bolsonaro, a escola de samba foi criticada também pela comunidade judaica. O nazismo de Adolf Hitler foi responsável pela morte de cerca de seis milhões de judeus durante a Segunda Guerra Mundial, em episódio que ficou conhecido como holocausto.

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Escrito por Diogo Marcondes

Jornalista formado desde 2015. Jornalista por vocação desde que nasceu. Redator do i7 Network.

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