‘Quem correu para onde a Vale mandou morreu, a Vale sabia que não daria tempo de fugir’

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Fabiana Batista Santos
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Nesta sexta-feira, primeiro de fevereiro, completa-se uma semana da tragédia causada pelos rompimentos das barragens da Vale em Brumadinho MG. São 8 dias de tristeza, desespero, buscas, perguntas sem respostas, velórios, enterros, choro, comoção, medo e revolta.

A lama desce lentamente pelo rio Paraopeba que tenta em vão respirar, peixes mortos boiam nas águas turvas que caminham para o rio São Francisco levando consigo o cheiro da morte. De acordo com o portal de notícias UOL, a Vale previu inundação de refeitório e sede de barragem e desprezou o risco; saiba mais.

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“Quem correu para onde a Vale mandou morreu”. Vale sabia que não haveria tempo para fugir da lama

A Vale tinha ciência que a área administrativa, o refeitório, a pousada Fazenda Nova Estância, bairro Parque da Cachoeira, Córrego do Feijão estavam na rota da lama, caso houvesse o rompimento da B1, que continha 12 milhões de metros cúbicos de rejeito. Como você pode verificar nesta imagem:
 

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Um detalhe que chama a atenção é a proximidade da barragem as áreas onde os funcionários transitavam e onde havia os escritórios, oficinas, restaurante, entre outros. Especialistas e quem conhece bem o local, afirmam que mesmo se a sirene houvesse tocado assim que houve a ruptura da B1, a maioria dos funcionários da mina do Córrego do Feijão não teria tempo hábil para fugir da lama.

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De acordo com Jhonatan Júnior, de 22 anos, que perdeu o irmão nesta catástrofe, afirmou que a Vale realizou algumas simulações de fuga indicando as rotas seguras para conseguir sobreviver no caso de rompimento de uma das barragens, contudo, segundo Júnior “quem correu para onde a Vale mandou morreu”. As pessoas que tiveram a sorte de escapar com vida teria corrido e saído para outra direção conseguiu se salvar.