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Ex-Governador do Paraná é acusado de receber R$2,7 milhões em propina

Foto: Aiuri Rebello
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O juiz Paulo Sérgio Ribeiro, da 23ª Vara Federal de Curitiba, decretou a prisão preventiva ao ex-governador do Paraná Beto Richa (PSDB) na manhã desta sexta-feira (25). No ano passado o Ministro Gilmar Mendes do Supremo Tribunal Federal (STF) havia concedido um Habeas Corpus. 

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Beto Richa vem sendo investigado pela força tarefa mais conhecida como Lava Jato, onde rastrearam o ex-governador do Paraná que teria lavado propina de R$ 2,7 milhões, supostamente recebidos de concessionárias de rodovias federais durante seu mandato.

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A Procuradoria de acordo com as investigações afirmou que os bens adquiridos através da empresa (Ocaporã), foram comprados através de propina, sendo que a diferença entre o valor da escritura e o acordado era paga em espécie, sendo as negociações feitas com base em propina.

Em nota a empresa Ocaporã afirmou que “empresa não é, nem nunca foi, administrada formal ou informalmente por Carlos Alberto Richa. Não há qualquer fato que ligue a empresa ou seus sócios a qualquer fato ilícito sob investigação”.

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A defesa de Richa informou também por meio de nota, que as acusações enfrentadas atualmente se trata de “fatos antigos e já esclarecidos”, onde o até então acusado se declara inocente de todas as acusações.

Vale lembrar que esta se trata da segunda prisão enfrentada por Beto Richa. Em 11 de setembro de 2018, ele havia sido preso a pedido do Ministério Público do estado do Paraná. Na época a investigação se tratava sobre o envolvimento de funcionários públicos e empresários com a empreiteira Odebrecht no favorecimento de licitação para obras na rodovia estadual PR-323.

Na época ele havia declarado após sua soltura “O que fizeram comigo foi uma crueldade enorme, não merecia o que aconteceu, mas estou de cabeça erguida e continuo respondendo todas as acusações sem a menor dificuldade”.

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