Morte de ginasta é considerada suspeita e detalhes vem à tona

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Raphael Costa
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A ginasta Jackelyne da Silva, que morreu na última quarta (16) que sofreu uma queda em casa antes de morrer, passou por atendimento médico em duas oportunidades dias antes de falecer. 

O pai da jovem, Marco da Silva, de 43 anos, registrou um boletim de ocorrência na delegacia como “morte suspeita”. O documento relata que a jovem sofreu uma queda em casa e sentiu bastante dores no peito no último sábado (12). Jackelyne morreu após uma parada cardiorrespiratória. 

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De acordo com o pai da vítima, nos dias 13, 14 e 15 de janeiro, sua filha retornou ao médico para um novo atendimento, pois suas dores não passavam. Ela foi atendida, medicada e chegou a fazer uma tomografia na região lombar, quando foi constatado uma lesão, mas não foi preciso uma internação. No mesmo dia, Jackelyne continuou com fortes dores no peito e gases abdominais, porém, foi medicada em casa. 

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No dia 16 de janeiro a ginasta voltou a ter fortes dores no peito e foi socorrida por uma unidade da UPA 26 de agosto, em Itaquera, quando teve uma parada cardiorrespiratória e não resistiu. Após o ocorrido, o pai da jovem preferiu não se pronunciar durante aquele momento de dor para a família. 

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A ginasta era atleta do Esporte Clube Pinheiros e foi enterrada na manhã da última sexta-feira (18), no cemitério Vila Formosa. Uma van com colegas da ginasta saiu do clube em direção ao local para as últimas despedidas.

O laudo oficial sobre a causa da morte de Jackelyne ainda não ficou pronto. O prazo que foi estabelecido pelas autoridades responsáveis é de até 30 dias.