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Bolsonaro, queda de audiência e fuga de anunciantes podem causar 2019 terrível à Globo

Reprodução / Câmara dos Deputados / TV Globo
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Maior emissora de televisão do país, a Rede Globo dá mostras de que não terá um ano de 2019 muito fácil e pelo menos três motivos colaboram para uma projeção não muito otimista em termos financeiros.

Para começar, Jair Bolsonaro (PSL) assumiu a presidência da República e a Secretaria de Comunicação Social terá um orçamento de apenas R$ 150 milhões para propagandas oficiais.

O valor é bem inferior ao que a Rede Globo recebeu sozinha, em média, entre o ano 2000, quando Fernando Henrique Cardoso ainda era o presidente, e 2014. Neste período, a média anual de ganhos da emissora com publicidade federal foi de R$ 493 milhões.

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O valor total do orçamento agora é um terço do que a Globo recebia sozinho. Isso significa que a emissora da família Marinho vai ganhar bem menos do que no período entre 2000 e 2014.

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Outro fator preocupante é a venda das cotas de patrocínio do Big Brother Brasil 19. O BBB só está no ar até hoje porque o seu faturamento é alto, mas neste ano, ao contrário do ano passado, as cotas não devem ser todas vendidas.

Com valor de R$ 38 milhões cada uma das seis, quatro foram vendidas e duas encalharam. As cotas não vendidas representam valor de R$ 76 milhões. É muita coisa. O reality show estreia no dia 15 de janeiro. O departamento comercial da emissora está correndo contra o relógio para vender.

Por fim, a baixa audiência é outro fator que preocupa a emissora. A novela das nove, O Sétimo Guardião, não emplacou. Com isso, outros produtos sofrem. Inclusive o BBB 19, que vai ao ar depois do folhetim.

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Diogo Marcondes

Escrito por Diogo Marcondes

Jornalista formado desde 2015. Jornalista por vocação desde que nasceu. Redator da i7 Network desde 2015.
Fale comigo: diogojornalismo@yahoo.com.br