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Conheça a história da mulher acusada de bruxaria e que se dizia amante do diabo

Na história da humanidade existem capítulos sombrios, contos e casos mal contatos, boatos maliciosos e o assombramento ocasionado pelo ocultismo que ainda leva o medo e o pânico aos quatro cantos do mundo. Já dizia o velho ditado: "eu não acredito em bruxas, mas que elas existem, existem"; sendo assim é melhor não fazer escarnio com esse tipo de assunto, concorda?

Por isso não é incomum ouvir relatos sobre manifestações sobrenaturais, bruxarias, almas penadas, assombrações, influências diabólicas, macumba, lendas urbanas horripilantes, entre outros. Entre tantas histórias, a de uma mulher que foi acusada por bruxaria, infanticídio e por ser uma das amantes preferidas do diabo se tornou uma das mais horripilantes e conhecidas em todo o mundo.

Como a história surgiu

Na Idade Média houve uma verdadeira caçada às bruxas, muitas mulheres foram condenadas e queimadas vivas em praças públicas. Entre as histórias mais arrepiantes e que até hoje chama a atenção dos historiadores está a da viúva, parteira e curandeira, Walpurga Hausmännin.

Depois de ser perseguida e presa por bruxaria, a mulher de meia idade fez questão de confessar detalhadamente – e com requintes de crueldade – todos os crimes do qual ela era acusada. Porque ela resolveu assumir a culpa de tais crimes, ninguém realmente sabe – e muito menos é sabido se ela realmente cometeu tantas atrocidades.

Provavelmente tudo começou por causa de boatos sobre a parteira, que tinha um grande conhecimento sobre ervas usadas para curar vários males; então por isso recebeu o título de bruxa, porém nunca fez questão de desmentir. Ela foi obrigada a confessar e, já que tinha que falar sobre os supostos crimes cometidos, a parteira aterrorizou a todos com suas revelações.

Assassina e amante do diabo

Walpurga confessou que era amante do diabo. Segundo a suposta bruxa, o capiroto se apresentou para ela como Federline, um belo homem, educado e bem vestido que a seduziu. Hausmännin notou que havia se deitado com o diabo depois que viu que, no lugar dos pés, ele tinha cascos. A mulher disse que eles foram amantes por um bom tempo, que ele a visitava sempre e que ela preparava refeições regadas a sangue de bebês recém-nascidos mortos pela parteira. 

Segundo a curandeira, ela assinou um contrato com o Federline, que lhe prometeu vida longa e que a livraria da pobreza. Para firmar o pacto, ele teria feito uma grande marca em suas costas. Nessa noite, eles celebraram a união com uma ceia que tinha como prato principal a carne assada de um bebê.

A alemã revelou que matou muitas crianças e cerca de 40 bebês que foram vampirizados por ela. Além dessas vítimas, ela teria matado cinco adultos e dezenas de animais. Ela também revelou que Federline aparecia em vários lugares, que muitas vezes a obrigava a fazer sexo em público. E finalizou a confissão chocante, que durou vários dias, dizendo que havia renegado a Deus para viver seu grande amor junto ao diabo.

A morte de Walpurga Hausmännin foi uma das mais terríveis. Antes de ser queimada na fogueira, ela teve as mãos decepadas, foi arrastada pelas ruas e foi brutalmente agredida por pessoas do vilarejo onde morava. Até hoje esta história causa arrepios e ninguém jamais saberá o quão de verdade existiu em seus depoimentos.

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