Conheça a história da mulher acusada de bruxaria e que se dizia amante do diabo

Leia também

Paulinho Gogó está fora de A Praça é Nossa: ‘Nunca chorei tanto na vida’

Humorista Paulinho Gogó confirmou que não é mais contratado da emissora de Silvio Santos.

Fim do confinamento em Wuhan, primeiro epicentro do novo coronavírus

Moradores poderão sair da cidade, mas precisam levar um smartphone com um aplicativo que tem informações sobre a saúde deles.

Aos 8 anos, Davi Lucca, filho de Neymar tem doença séria revelada

Carol Dantas, ex de Neymar, revelou como tem sido a mudança na rotina de Davi Lucca.

Vidente Carlinhos revela a verdadeira razão de possível queda de Bolsonaro na presidência

Em novo vídeo, o vidente Carlinhos comenta sobre a queda de Jair Bolsonaro na presidência.
Publicidade

Na história da humanidade existem capítulos sombrios, contos e casos mal contatos, boatos maliciosos e o assombramento ocasionado pelo ocultismo que ainda leva o medo e o pânico aos quatro cantos do mundo. Já dizia o velho ditado: "eu não acredito em bruxas, mas que elas existem, existem"; sendo assim é melhor não fazer escarnio com esse tipo de assunto, concorda?

Por isso não é incomum ouvir relatos sobre manifestações sobrenaturais, bruxarias, almas penadas, assombrações, influências diabólicas, macumba, lendas urbanas horripilantes, entre outros. Entre tantas histórias, a de uma mulher que foi acusada por bruxaria, infanticídio e por ser uma das amantes preferidas do diabo se tornou uma das mais horripilantes e conhecidas em todo o mundo.

Publicidade

Como a história surgiu

Na Idade Média houve uma verdadeira caçada às bruxas, muitas mulheres foram condenadas e queimadas vivas em praças públicas. Entre as histórias mais arrepiantes e que até hoje chama a atenção dos historiadores está a da viúva, parteira e curandeira, Walpurga Hausmännin.

Publicidade

Depois de ser perseguida e presa por bruxaria, a mulher de meia idade fez questão de confessar detalhadamente – e com requintes de crueldade – todos os crimes do qual ela era acusada. Porque ela resolveu assumir a culpa de tais crimes, ninguém realmente sabe – e muito menos é sabido se ela realmente cometeu tantas atrocidades.

Publicidade

Provavelmente tudo começou por causa de boatos sobre a parteira, que tinha um grande conhecimento sobre ervas usadas para curar vários males; então por isso recebeu o título de bruxa, porém nunca fez questão de desmentir. Ela foi obrigada a confessar e, já que tinha que falar sobre os supostos crimes cometidos, a parteira aterrorizou a todos com suas revelações.

Assassina e amante do diabo

Walpurga confessou que era amante do diabo. Segundo a suposta bruxa, o capiroto se apresentou para ela como Federline, um belo homem, educado e bem vestido que a seduziu. Hausmännin notou que havia se deitado com o diabo depois que viu que, no lugar dos pés, ele tinha cascos. A mulher disse que eles foram amantes por um bom tempo, que ele a visitava sempre e que ela preparava refeições regadas a sangue de bebês recém-nascidos mortos pela parteira. 

Segundo a curandeira, ela assinou um contrato com o Federline, que lhe prometeu vida longa e que a livraria da pobreza. Para firmar o pacto, ele teria feito uma grande marca em suas costas. Nessa noite, eles celebraram a união com uma ceia que tinha como prato principal a carne assada de um bebê.

A alemã revelou que matou muitas crianças e cerca de 40 bebês que foram vampirizados por ela. Além dessas vítimas, ela teria matado cinco adultos e dezenas de animais. Ela também revelou que Federline aparecia em vários lugares, que muitas vezes a obrigava a fazer sexo em público. E finalizou a confissão chocante, que durou vários dias, dizendo que havia renegado a Deus para viver seu grande amor junto ao diabo.

A morte de Walpurga Hausmännin foi uma das mais terríveis. Antes de ser queimada na fogueira, ela teve as mãos decepadas, foi arrastada pelas ruas e foi brutalmente agredida por pessoas do vilarejo onde morava. Até hoje esta história causa arrepios e ninguém jamais saberá o quão de verdade existiu em seus depoimentos.

  • Tags