São Paulo terá que pagar R$ 5 milhões ao Fluminense após justiça manter liminar

Leia também

Macacos atacam profissional de saúde e ‘roubam’ amostras de sangue infectadas com Covid-19

Um grupo de macacos atacou um campus univesitário e pegou amostras de sangue de pacientes.

Cantor e compositor brasileiro morre por coronavírus e causa comoção: ‘Meus sentimentos’

O artista deixa um legado de muito sucesso, principalmente do estado do Ceará.

Lembra do Compadre Washington? Após anos difíceis, ele prova que a vida dá voltas

O 'eterno' vocalista da era de ouro do grupo É O Tchan passou por muitos apertos nestes últimos anos.

Andressa Suita abre o coração e fala sobre tratamento para ter uma menina: ‘para garantir’

A esposa do sertanejo Gusttavo Lima abriu o coração e falou sobre maternidade e o desejo de aumentar a família.
Publicidade

O recurso apresentado pelo Sport referente à venda do jogador Diego Souza ao São Paulo, foi rejeitada pela  5ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro.

Com esse veredito, o clube paulista terá que pagar parte da divida pela venda do craque em juízo. O desembargador Henrique Carlos de Andrade Figueira deferiu que o Sport não tem razão para obter o bloqueio que foi pedido.

Publicidade
Publicidade

Portanto, o São Paulo não pode pagar os R$ 5 milhões da negociação para o Sport. Esse valor seria referente aos 50 do jogador que o Fluminense diz ter parte. Na época o valor toral da venda foi de R$ 10 milhões. As informações foram publicadas no jornal ‘O Globo’ e posteriormente confirmadas pelo ‘Lance’, que chegou a mostrar o processo que obteve com exclusividade.

Publicidade

O que de fato acontece, é que quando cedeu o jogador para o Sport em 2016, o Fluminense manteve os 50% dos direitos econômicos do atleta. No entanto, os pernambucanos se basearam em uma trocas de e-mail do dirigente do Fluminense, Marcelo Teixeira, com Eduardo Uram, empresário de Diego no fim de 2017, que afirmou que o clube só teria direito a R$ 1 milhão.

Publicidade

Na decisão, o desembargador disse “Incontroverso que o Sr. Marcelo Teixeira não detém poderes de representação do Agravado, embora integre seu corpo diretivo, e a possível regularidade na sua atuação para determinar os limites do direito do Agravado com base na transparência ainda necessita da indispensável prova. Por outro lado, também o Agravante não está envolvido expressamente no referido documento, pois endereçado a terceiro, de modo que, a princípio não se observa qualquer intenção objetiva das partes em modificar a obrigação contratada”.

Com isso, o processo continua sem decisão, e correndo na justiça. O Sport ainda pode recorrer da decisão, pois o valor de R$ 5 milhões, sós erá pago em juízo, após a definição do julgamento.