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Mãe recebe notícia que havia perdido o bebê, mas uma semana depois descobre que ele está vivo

Carregar um bebê no ventre é mesmo uma grande dádiva.

Reprodução Globo
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Carregar um bebê no ventre é mesmo uma grande dádiva. Descobrir que está grávida é algo que pode ser maravilhoso, principalmente quando esse momento é tão desejado. Por isso, sofrer um aborto é algo extremamente doloroso para a mulher. Saber que aquele pequeno ser tão desejado não está mais ali pode ser algo sofrido.

A mulher tem a tendência de ficar traumatizada quando passa por isso. Esse tipo de situação não era nenhuma novidade para a britânica, Susanna Williams, de 32 anos. A mulher de Londres, Reino Unido, já havia passado por esse pesadelo anteriormente, em 2014.

Ela teve um aborto espontâneo antes de ser mãe de Arabella, de dois aninhos. Quando ficou grávida em 2017, esse era o seu maior medo. Com o intuito de ficar mais tranquila, ela decidiu marcar um ultrassom para ver se estava tudo bem. Susanna estava na sétima semana de gravidez e nesse dia o marido decidiu acompanhá-la.

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Assim que começou o exame, o médico ficou em silêncio e os pais já pensaram o pior. O profissional encaminhou a mulher para fazer um exame mais detalhado e ele falou que a gravidez não havia evoluído corretamente.“Infelizmente, seu bebê parou de crescer com seis semanas. Na verdade, você está grávida de oito semanas e não sete, como pensava, mas não há batimentos cardíacos fetais”, disse o especialista.

O casal foi embora aos prantos e foram aconselhados a marcar uma consulta pelo sistema público de saúde para avaliar as opções. O organismo da mulher não expulsou o feto e foi então que o casal decidiu que fariam a indução do aborto. Como estava ainda numa fase inicial, uma enfermeira disse para que eles aguardassem mais uma semana.

Na data especificada, o casal retornou para realizar o procedimento. A equipe resolveu realizar um exame antes e foi então que veio a surpresa. O bebê estava bem e saudável. “Tenho uma boa notícia para vocês. Aqui está seu bebê – e aqui estão os batimentos cardíacos dele”, disse o médico. No mês de maio, a pequena Riley nasceu forte e cheia de saúde.

Responsável pelo hospital, onde o exame foi realizado, disse que o caso foi isolado, mas que a equipe será reforçada com novos treinamentos para evitar erros.

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