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Canadá tem primeiro caso de bebê que poderá escolher sua sexualidade quando crescer

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O Canadá já provou que é um país líder em causas sociais e humanitárias e, por causa disso, está sempre lutando pela ideologia de genêros. E, pensando nisso, uma nova política foi criada para que os bebês recém-nascidos não tenham o sexo escrito em suas carteiras de identidade.

A política pública considera a lei mais inclusiva, uma vez que acreditam que a escolha sexual ou identidade de genêro de casa indivíduo é algo extremamente particular e que deve ser decidido pela própria pessoa quando tiver consciência e certeza sobre sua sexualidade.

Pois acreditam que somente o órgão sexual do bebê não é suficiente para se chegar à conclusão sobre sua sexualidade. Pensando por esse partido, uma pessoa transgenêro não binária, que significa alguém que não acha normal ou certo identificar as pessoas por pronomes feminino ou masculino, podem dar aos seus filhos a chance de escolher a própria opção sexual.

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O próprio cartão de saúde já está sendo usado como base, uma vez que não mostram a sexualidade do recém-nascido. Ao invés de ser colocado o pronome feminino ou masculino, aparece um "U" no local indicado. A letra, em tradução livre, significa algo que não foi atribuído ou simplesmente indeterminado.

Um dos progenitores, Kori Doty está lutando para tentar fazer valer os mesmos direitos há outros bebês recém-nascidos para que eles também possam fazer suas próprias escolhas quando crescerem.

Kori Doty tem um a participação importante, pois seu bebê nascido em novembro do ano passado foi batizado de "They", que em livre tradução significa eles ou elas. A escolha do nome foi feita pensando na determinação que cada um tem em decidir sua própria opção sexual.

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