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Frio e cruel: verdadeiro assassino de Vitória pode estar solto e novidade choca

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Uma menina que some. Vitória Gabrielly. Doze anos de idade. Quase ninguém se importa com isso, acontece muito, mas o Cidade Alerta, da RecordTV, se importou. Registrou o sumiço, entrevistou pai e mãe, forçou a Polícia a se mexer com mais afinco. Uma semana depois, a suspeita se confirmou: o desaparecimento era assassinato. O caso comove o País.

Nesta terça-feira, 03/07, novidades atingiram a investigação da morte de Vitória. Todos já sabiam que o assassino da menina era frio e cruel, mas agora existe a possibilidade dele estar solto, como mostra o G1.

Os desdobramentos em torno da morte macabra da pequena Vitória Gabrielly, de 12 anos, tem feito o Brasil parar para acompanhar de perto todas as notícias que saem relacionadas à sua morte.

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Investigadores acreditam na participação de casal em crime. 

Depois de várias investigações, a polícia chegou ao casal Bruno e Mayara, que moram na cidade de Mairinque (SP), que viram em seus depoimentos várias divergências, fazendo com que os fossem indiciados como principais assassinos de Vitória.

Porém, novas informações dão conta de que o casal suspeito não seriam os verdadeiros assasinos de Vitória, quem comprova essa informação é o laudo do IML (Instituto Médico Legal) apresentado no último dia 29/06, que comprovou não haver nenhum resquício do DNA da vítima nas unhas dos suspeitos.

Reviravolta surpreende caso Vitória

De acordo com o delegado seccional de Sorocaba, Marcelo Carriel, apesar do resultado do laudo, há outros indícios de participação do casal no crime, como contradições nos depoimentos, presença do odor da vítima na residência deles e sinal da presença de Bruno onde o corpo da menina foi encontrado.

O laudo já tinha apontado evidências nas unhas do servente de pedreiro Júlio César, também indiciado pela polícia. Essa tese se baseia no fato do laudo ter indicado que a menina Vitória lutou para se defender antes de sua violenta morte. Em conversa com um dos policiais, Júlio chegou a dizer que a menina estava em total desespero no dia em que foi raptada, na cidade de Araçariguama (SP).

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