Marina se revolta e manda recado a Bolsonaro

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Pré-candidata a presidente pela Rede Sustentabilidade, a exsenadora Marina Silva atacou o deputado Jair Bolsonaro (PSL), também précandidato ao Planalto, dizendo que não é distribuindo armas que o Brasil vai combater a violência.

"Alguém realmente acha que esse é o caminho?", disse, em evento para a militância no Recife. Em seu discurso, Marina também criticou o PT dizendo que o partido se perdeu em um projeto de "poder pelo poder". Marina afirmou que é a pessoa que está preparada para unir o Brasil.

"Não tenho ódio de PT, PSDB e nem PMDB". A ex-senadora afirmou que existe gente boa em todos os partidos e que há acertos por parte deles ao longo de suas histórias: o PMDB por ter sido guardião da democracia durante da ditadura, o PSDB pelo plano Real e o PT pelas conquistas sociais.

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Apesar disso, afirmou, "a melhor coisa que a sociedade tem a fazer é dar umas férias a esses partidos, pois eles só vão trazer mais polarização. A ex-senadora afirmou ainda que não vai fazer uma campanha de desconstrução pessoal dos opositores Ciro Gomes (PDT), Geraldo Alckmin (PSDB) e Jair Bolsonaro (PSL), pois apenas debaterá no campo das ideias. "Ninguém vai me ver fazendo isso. A forma como a gente ganha determina a forma como a gente governa", disse.

"Sofri uma grande injustiça em 2014, mas prefiro sofrer injustiça do que praticar injustiça", disse. Marina afirmou que está fazendo uma campanha "franciscana" no que se refere a gastos. Marina afirmou que, com apenas 10 segundos de tempo de TV e 1% do recursos aos partidos, trilhará um caminho difícil, mas não impossível.

A pré-candidata também cumpre agenda no Recife nesta quinta, quando lançará o prefeito de Petrolina, Júlio Lóssio (Rede Sustentabilidade), para disputar o governo de Pernambuco.

Fonte: Valor Econômico

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