in

Depois de matar dois, aluno diz que sofria bullying e pode ser solto

Publicidade

Quem lembra do caso do aluno de uma escola de Goiânia, em Goiás, que matou dois colegas de sala a tiros e feriu quatro, deixando uma delas paraplégica? O estudante de 14 anos está preso em uma instuição para menores infratores, mas passará por avaliação para saber se fica em liberdade.

Publicidade

O nome do adolescente que foi responsável pelos tiros não foi divulgado e é mantido em sigilo pelo Tribunal de Justiça de Goiás. Ele passará por uma avaliação psicológica e social para saber se tem condições de seguir a vida normalmente fora da instituição que está desde que cometeu o crime. E, segundo, informações da Vara de Infância, esta avaliação será feita de seis em seis meses.

Publicidade

Foi a Vara da Infância que optou pela internação do atirador por tempo indeterminado, sem fizar o tempo máximo da pena sócioeducativa que neste caso teria duração de três anos. O menor tem direito a uma visita ou ligação por semana.

Um dos motivos que segundo ele motivou o crime contra os colegas da escola foi o bullying. Quando ele foi abordado pela polícia, logo após os fatos ocorrerem, ele disse que sofria com as piadas dos colegas, mas a polícia não conseguiu confirmar essa versão com as testemunhas – alunos e professores. "No interrogatório, ao ser ouvido na delegacia, o adolescente alegou que foi motivado por bullyng, mas não conseguimos comprovar isso na investigação", disse o delegado Luiz Gonzaga Júnior.

Publicidade

Quem era o atirador?

O adolescente de 14 anos que matou os colegas de sala João Vitor Gomes e João Pedro Calembo era filho de policiais militares. A arma encontrada usada foi uma pistola .40 que ele levou escondida na mochila para o Colégio Goyazes, onde cursava o 8º ano do ensino fundamental.

Além das vítmas fatais, uma menina e três meninos com idades entre 12 e 13 anos também foram feridos.

Publicidade

Leia Também