TECNOLOGIA

Celular: não importa o preço o que vale é se comunicar

A cada ano chegam às prateleiras de lojas varejistas e comércios virtuais celulares de últimas gerações com custos que chegam a custar R$ 5.000. Porém, se o seu bolso está entre os números de estatística cada vez mais crescente da crise financeira que o País enfrenta não se preocupe: existem opções mais baratas.

Celulares com baixo custo não desempenham o mesmo papel dos aparelhos mais caros, como por exemplo, assistir filmes ou jogar games. Porém são suficientes para quem utiliza o telefone para acessar as redes sociais, WhatsApp e enviar e-mails.

A maioria dos aparelhos que custam baratinho é composto por processadores de até quatro núcleos e até 1 GB de memória RAM, já os celulares considerados tops, e mais caros, já têm processadores de oito núcleos e até 3 GB de memória RAM.

As câmeras também são itens de comparação entre eles. Os tops possuem de 13 MP (principal) ou a 8 MP (frontal), já os baratinhos são integrados por câmeras de 5MP (principal) e cerca de 0,3 MP (frontal).

 

Problemas financeiros existem, mas há opções para quem deseja comprar um celular top, mais caro como também para quem curti ou prefere comprar um que atenda apenas suas necessidades diárias com um preço mais acessível.

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Marli Prado Ulprist

Jornalista, assessora de imprensa e sócia - diretora do 1 News Brasil, formada há mais de 10 anos em comunicação social com habilitação em jornalismo. Amo a minha profissão e escrever é o que mais gosto, é mais que um hobby, é muito amor envolvido em cada matéria. Para entrar em contato comigo mande um e-mail para marli@1news.com.br

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