Escolas Militares: um exemplo a ser seguido

Por que as escolas militares não são alvo de ocupação e de depredação?

Porque disciplina, ética, respeito a hierarquia e meritocracia são os pilares que sustentam as escolas militares. São esses os motivos que levam os alunos destas instituições se saírem tão bem nas provas que avaliam o seu desempenho escolar.

Lá, os estudantes aprendem que nada vem de graça. Que estudar é uma tarefa árdua que necessita de dedicação, método e determinação. Respeitam os seus mestres e a sua escola.

Tudo que os ideólogos de esquerda odeiam e combatem. A esquerda prefere criar cotas raciais, mudar a gramática, facilitar o currículo e ensinar falácias. “Se o doente é maior que a cama, optam por amputar as pernas do infeliz”; de modo semelhante, tentam fazer com o futuro dos jovens que caem nesse discurso vazio, e consequentemente, com o futuro da nação brasileira.

Sejamos sinceros, será que um “estudantezinho esquerdista” deste, que está ocupando essas escolas neste momento, tem condição de competir com um estudante da Coréia do Sul, do Japão, da Índia, da China, da Europa ou dos EUA?

Alunos que desejam estudar e se tornar bons profissionais e cidadãos estão sendo agredidos e desrespeitados por militantes de esquerda que ocupam as instituições de ensino.

Quem garante os direitos destes alunos que são a maioria?

Isso precisa acabar. Está na hora do governo adotar uma medida mais severa contra esse tipo de atitude.

Estão utilizando a mesma estratégia utilizada pelos assaltantes e delinquentes que praticam roubo e latrocínio: se escondem atrás de um estatuto que protege os menores infratores e desrespeitam os direitos básicos de toda a sociedade brasileira.

Usar velhinhos, mulheres grávidas, negros, indígenas, gays, pobres, crianças e adolescentes como escudo em suas manifestações, é uma estratégia antiga e covarde destes hipócritas que defendem a implantação do comunismo em nosso Brasil.

Está na hora da sociedade se organizar e exigir do governo e das autoridades uma postura firme e coerente.

Observação:

As alunas da foto, estudam na Escola Militar de Araguaína TO. A mais alta, foi vencedora (1° lugar) em um concurso estadual de redação, cujo tema era: A violência contra a mulher.

“Para comemorar o Dia Internacional da Mulher, a Secretaria Estadual da Educação, Juventude e Esportes (Seduc) lançou no dia 08 de março deste ano, um concurso de redação destinado a alunos da Rede Estadual de Ensino com o tema ‘Pelo fim da violência contra as mulheres’.

Com a divulgação do resultado no último dia 08, terça-feira, duas alunas do Colégio da Polícia Militar de Araguaína foram premiadas.

O concurso tinha o objetivo de fomentar a criatividade, a reflexão, a originalidade e o raciocínio, e tinha como alvo alunos do 9° ano do Ensino Fundamental e da 1ª, 2ª e 3ª Séries do Ensino Médio da Rede Pública Estadual. Os alunos concorreram em quatro categorias e cada categoria premiou o 1º, 2º e 3º lugares com R$ 2.000,00, R$ 1.000,00 e R$ 500,00 respectivamente.  

 

“Não acreditei quando recebi a notícia que havia ganhado a premiação. Fiquei muito feliz, vou poder ajudar minha família com algumas despesas de casa e aproveitar para comprar um celular novo para me auxiliar nos estudos”, disse a comandante aluna das turmas modernas Isabela Monteiro Pasa, 15 anos, turma 13.07, 1° lugar na categoria para alunos da 1ª Série do Ensino Médio, que ganhou do prêmio no valor de R$ 2.000,00. 

Leia Também

ARTIGOS RELACIONADOS

error: Conteúdo Protegido!

AdBlock Detectado

Considere nos apoiar desabilitando o bloqueador de anúncios.