Quando a ideologia obscurece o bom senso

Ontem, dia 09/11/16, no Jornal das 18h00, a repórter Leilane Neubarth, da GLOBONEWS, finalizou sua participação neste jornal com uma triste e tendenciosa observação. Informou em tom de crítica e revolta, que o Deputado Jair Messias Bolsonaro, havia sido absolvido da acusação de quebra de decoro parlamentar, ao dedicar o seu voto a favor do impeachment da ex-presidente Dilma, ao falecido coronel do exército brasileiro, Brilhante Ustra. Se referiu ao honrado coronel de maneira descortês e agressiva, classificando-o como torturador. 

Será que existe uma condenação formal da justiça brasileira afirmando o que ela disse em horário nobre em rede nacional de TV? Como os filhos e netos do coronel Brilhante Ustra se sentiram ao ver a memória de seu familiar denegrida desta maneira? Por que os repórteres e os intelectuais de esquerda não se revoltaram quando outro parlamentar elogiou e dedicou o seu voto contra o impeachment, ao terrorista comunista Carlos Marighella, minutos antes do voto do deputado Jair Messias Bolsonaro? 

Chega a ser hilário a maneira tendenciosa e infantil com que certos apresentadores se posicionam sobre fatos históricos nacionais. Ser de direita, centro ou de esquerda é uma opção pessoal e que deve ser respeitada em qualquer democracia, não é este o caso, o que questiono, é a capacidade de ignorar e de distorcer os fatos. 

Como podem defender terroristas que desejavam e desejam implantar um sistema comunista em nosso país e denegrir um servidor público federal que defendia nosso país deste desastre?

 Precisamos combater a falácia, que a esquerda, na década de 60,  lutava pela democracia. Mentira. Lutavam pela implantação de uma ditadura comunista em nosso país, aos moldes da que impera até hoje em Cuba. Não foi uma ditadura militar o que aconteceu no Brasil , outra inverdade . Foi um contra-golpe militar, que teve como objetivo, nos defender desta ideologia falida e cruel, denominado comunismo, que em 100 anos de existência, exterminou mais de 100 milhões de pessoas pelo mundo.

Obrigado coronel Brilhante Ustra por ter defendido o nosso país quando isso foi necessário, se houve uso de força excessiva, assassinatos e torturas, existiram dos dois lados da “trincheira”. O exército deve ter cometido os seus erros, mas não podemos jamais, ignorar os erros cometidos pelos terroristas de esquerda. 

Todas as verdades precisam ser expostas, doa a quem doer.

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