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Caso Ariadne Wojcik: psiquiatra afirma que jovem sofria de ‘depressão profunda’

A polícia de Mato Grosso continua apurando informações sobre a morte da advogada Ariadne Wojcik, de 25 anos, que sumiu após fazer uma postagem nas redes sociais denunciando seu professor por assédio. Ela foi encontrada já sem vida no Mirante de Chapada dos Guimarães que fica a cerca de 65 km de Cuiabá (MT). Segundo os investigadores, Ariadne estava em tratamento por causa da depressão e a doença pode ter relação com o acontecido.

Próximo ao corpo, a perícia encontrou uma bolsa com o telefone de um psiquiatra. Foi ele quem revelou o quadro de saúde da jovem e informou que ela havia se recusado a fazer o tratamento com remédios. “Ela estava passando por uma depressão profunda”, informou o médico.

O principal ponto de partida das investigações é que a advogada Ariadne Wojcik se jogou do ponto mais alto do mirante e morreu na queda. Agora resta saber se o que causou o suicídio foi o assédio denunciado pela jovem ou o quadro de depressão. A polícia ainda vai ouvir amigos, parentes da vítima e também o professor acusado por ela.

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