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Caso Ariadne Wojcik: “ela sofria de distúrbios psiquiátricos”, diz procurador

Rafael Silva, procurador do Distrito Federal e professor voluntário da Universidade de Brasília (UnB), é o homem acusado por Ariadne de assédio. A jovem advogada que foi encontrada morta na tarde da última terça-feira (09), fez um post em seu Facebook onde relatou detalhes do suposto assédio.

De acordo com informações do portal Metrópoles, Rafael Silva declarou que seu relacionamento com Ariadne era somente profissional. “A demissão dela foi tranquila, sem problemas. Em agosto deste ano, ela começou a me mandar e-mails dizendo que eu tinha grampeado o celular dela, colocado câmeras na casa e a estava perseguindo”, diz.

Rafael afirma ainda que teria informado o caso à diretoria da Faculdade de Direito da UnB, conversou com amigos próximos da jovem e ainda tentou contato com familiares. Segundo ele, amigos de Ariadne pediram para que ele não procurasse ajuda policial, pois a jovem estaria “passando por tratamento psiquiátrico“.

 

Entenda o caso:

Após postar uma mensagem em seu perfil no Facebook, a advogada Ariadne Wojcik, que estava nomeada para assumir uma vaga no Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), morreu de forma misteriosa. Em seu post a jovem advogada denunciou um suposto assédio que sofreu em seu ambiente de trabalho. Ela contou que o suposto agressor era seu professor enquanto fazia um estágio em Brasília.

Equipes do Corpo de Bombeiro e o Centro Integrado de Operações Aéreas iniciaram as buscas e Ariadne foi achada às 15h, mas apenas às 17h os militares conseguiram resgatar o corpo por causa da chuva. No local, também estava a bolsa com os documentos dela. As circunstâncias da morte são investigadas pela Delegacia Municipal da Chapada dos Guimarães, mas a principal hipótese é que a jovem tenha cometido suicídio. 

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Nellysson Silva

Sócio-fundador do portal 1News Brasil. Quer falar comigo? Fique à vontade: nellysson@1news.com.br

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