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Bolsonaro tem ‘sentença’ decidida pelo Conselho de Ética

Ele venceu! Após a declaração polêmica no dia da votação sobre o impeachment de Dilma Roussef na Câmara dos Deputados, o deputado federal Jair Messias Bolsonaro, foi declarado inocente pelo Conselho de Ética da Câmara, onde foi absolvido por 11 votos a 1.

Bolsonaro chegou a se manifestar no ‘Fantástico’, alegando que o deputado, em discurso na tribuna da Câmara, tem assegurado o seu direito de livre manifestação e que não poderia ser punido, pois a Lei lhe garantia o poder de fazer uso da palavra sem riscos ou ameaças a sua opinião.

O processo foi instaurado após ele ter elogiado o coronel Brilhante Ustra, que foi reconhecido como torturador da época em que o Brasil esteve sob o comando da ditadura militar. O relator do processo contra ele, deputado Odorico Monteiro do PROS-CE, dava parecer favorável ao prosseguimento das investigações contra Jair, mas sua intenção não foi a mesma dos demais deputados.

O argumento de Bolsonaro ao Fantástico foi exatamente o que os deputados que o julgaram alegaram para votar favoráveis a sua absolvição. Ele foi livre amparado pela ‘inviolabilidade parlamentar’, que garante o direito ao político de expressar livremente as suas opiniões enquanto estiver fazendo uso da tribuna, fato que efetivamente ocorreu.

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