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São Clemente faz carnaval mais caro da história da escola

Escola homenageou a arte brasileira, reflexo da chegada de artistas franceses ao país em meados de 1800.

A escola de samba de Renato Almeida Gomes, a São Clemente, levou à Sapucaí na noite de domingo (11) trinta e uma alas e cinco alegorias trazendo como enredo a história da Escola de Belas Artes do Rio de Janeiro, existente há 200 anos e sustentada pela UFRJ. Segundo o presidente, ele gastou o que pôde (não revelando o valor) mesmo em um ano de crise, dedicando o desfile a seu irmão morto em 2017. Segundo Milton Cunha, especialista, este é o carnaval mais caro e luxuoso da escola botafoguense.


O prédio da EBA pegou fogo e desde então não recebeu reformas. Alunos da universidade foram convidados pela escola de samba para participar de um protesto na avenida juntamente com um tripé, uma espécie de maquete, retratando a instituição.


Também trouxeram à avenida a magia da arte de pintores brasileiros, mas em especial o francês Debret – responsável pela fundação da EBA. O desfile de maior custo para a São Clemente tem como meta ser uma das cinco primeiras na classificação final do carnaval de 2018. Em anos passados, a escola lutava para não cair novamente para a Série A e desta vez conquistou o público que foi ao sambódromo e críticos.

 

Crivella viaja à Europa e não acompanha desfiles do Rio

O prefeito da cidade do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, publicou um vídeo na tarde de domingo (11) informando que não acompanharia os desfiles das escolas de samba do Grupo Especial. A publicação foi feita em sua página oficial no Facebook. Ele viajou no mesmo dia à Europa, tendo como motivo a busca de “soluções inovativas” através de tecnologias para melhorar a segurança. Além disso, vai visitar uma agência espacial.


Na sexta-feira, Crivella foi a Sapucaí fazer uma vistoria, acompanhou a entrega da chave ao Rei Momo e sofreu um incidente após receber forte jato d’água de um hidrante, onde acabou saindo com as roupas molhadas.


Desde o ano passado, o prefeito havia anunciado cortes em parte da verba oferecida pelo município para as escolas de samba – o que causou revolta de dirigentes, torcedores e admiradores da festa. A Mangueira trouxe ao seu desfile o enredo “Com dinheiro ou sem, eu brinco”, como forma de protesto ao momento de crise em que as escolas passam, sem maior auxílio do governo.

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Thiago Santos

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